John, ex-Botafogo, põe fé no hexa e mira Copa de 2030: “Dei várias voltas por cima na carreira”
Em coletiva, Ancelotti lembra John ao falar dos goleiros que estão no páreo
John viveu a frustração de não figurar na lista final de Carlo Ancelotti depois de viver dois anos maravilhosos. Em 2024, foi campeão brasileiro e da Libertadores com o Botafogo. No seguinte realizou o sonho europeu ao ser contratado pelo Nottingham Forest e foi chamado pelo italiano em duas Data Fifa. Uma lesão no joelho o tirou da reta final da preparação, mas o paulista de 30 anos prefere se apegar às coisas positivas e não tem dúvidas de que pode voltar a ser protagonista e jogar a Copa de 2030.
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– Eu confio no meu trabalho e já dei várias voltas por cima na minha carreira. Essa temporada passada começou muito bem para mim, com uma sequência como titular no clube e as convocações. Depois, veio a lesão e me dediquei todo dia pra voltar e estar à disposição. Consegui isso e, agora, quero retomar o caminho positivo que eu comecei a trilhar.
John, do Nottingham Forest, foi convocado para a seleção brasileira
Rafael Ribeiro/CBF
– A cada ano, a cada temporada e a cada necessidade de superação eu ganho experiência e fico mais forte para o que vai vir. Pensando treino a treino, jogo a jogo, vou fazendo a minha história no clube para mostrar que tenho condições de vestir a camisa da Seleção e fazer parte do próximo ciclo.
A primeira pergunta feita pela reportagem do ge foi sobre o próximo ciclo, mas antes de projetar 2030 e pensar em possíveis convocações, o ex-botafoguense manifestou apoio total aos colegas de Seleção na busca pelo hexacampeonato mundial.
– Primeiro, vou torcer muito pela seleção brasileira na Copa e pelo sucesso dos companheiros. Tenho muita honra de ter participado desse ciclo em duas convocações e sempre fui tratado com enorme respeito por todos, do Ancelotti ao Taffarel, do Rodrigo Caetano a todos da comissão e funcionários.
– Agora estou 100% recuperado e meu pensamento está em jogar, ir bem no meu clube e ter novas oportunidades na Seleção. O próximo ciclo já começa esse ano e meu foco também está nisso, mas, antes, sou mais um torcedor na corrente pelo hexa do Brasil.
Completamente recuperado da lesão sofrida em cartilagem do joelho esquerdo em janeiro, John voltou a ser relacionado no fim do Campeonato Inglês, na penúltima rodada, e ficou no banco contra o Manchester United. Antes do problema, o goleiro de 30 anos vinha de seis partidas seguidas como titular e vivia seu melhor momento na Premier League. Na Data Fifa que antecedeu a convocação final de Carlo Ancelotti, a dos duelos com França e Croácia, o italiano lamentou a ausência do ex-alvinegro (veja em vídeo no topo da matéria).
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O que acha que a Premier League pode contribuir com seu futebol, desde treinamentos, campos e dinâmica dos jogos?
– A Premier é a liga mais famosa do mundo, e isso aumenta muito a visibilidade de tudo o que acontece nos seus jogos. Além disso, tem uma característica geral de proposição do jogo, de acionar o goleiro para atuar com os pés e participar de todo o sistema: de evitar os gols a fazer passes, ocupar espaços e melhorar os lançamentos. A Premier League é uma competição incrível para a carreira de um goleiro.
Como estão as conversas com a comissão do Forest para ter a esperada sequência no ciclo 2026/27?
– Como eu disse, meu momento é de retomada. Nenhum espaço é dado. Todo espaço deve ser conquistado. Em todos os clubes que passei, foi assim que as coisas aconteceram pra mim. Com o trabalho de dia a dia, vou na direção de reconquistar o meu espaço e, com merecimento, ter sequência, sempre respeitando os companheiros, que têm muita competência e me ajudam a elevar o meu nível. A comissão e a direção sempre me deram todo apoio e estrutura. Também por isso eu confio que coisas muito boas estão por vir na minha carreira. geRead More


