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Coleção privada de Schumacher tem Jordan, Benetton, Mercedes e Ferraris dos 5 títulos; conheça

Coleção privada de Schumacher tem Jordan, Benetton, Mercedes e Ferraris dos 5 títulos; conheça

Exposição na Alemanha reúne carros históricos de Schumacher na F1
A impressionante trajetória de Michael Schumacher na F1 começou em Spa-Francorchamps, circuito que recebe neste domingo (19) o GP da Bélgica. Há 35 anos, o alemão conseguiu uma vaga na Jordan, equipe estreante naquele ano, para substituir Bertrand Gachot, que havia sido preso após uma briga com um taxista em Londres.
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Preocupado com a falta de experiência de seu novo piloto, Eddie Jordan perguntou a Schumacher se ele já havia pilotado no desafiador circuito belga. A resposta foi sim —mas, no caso, a experiência era em cima de uma bicicleta antes dos treinos livres. O alemão, no entanto, deixou sua marca: fez o sétimo lugar no grid. Por sua velocidade, chamou atenção da Benetton, equipe com a qual conquistaria seus dois primeiros títulos mundiais, em 1994 e 1995.
Jordan 191 da estreia de Michael Schumacher em Spa
Rodrigo França
O Jordan 191 ficou conhecido como o F1 da estreia de Schumacher. Este carro histórico é destaque da coleção privada de Michael Schumacher, que está em exposição em Colônia, na Alemanha, próximo a Kerpen, cidade natal do piloto, reunindo 12 carros de F1 de sua coleção particular.
Além do célebre carro da estreia, a “Michael Schumacher Private Collection” traz outros F1 importantes veículos da carreira do alemão, como os dois modelos da Benetton com o qual ele conquistou títulos mundiais. Todos os títulos da Ferrari também estão representados por modelos de cada temporada, de 2000 a 2004, quando Schumacher emendou a conquista de cinco títulos seguidos, sendo o primeiro piloto a chegar na marca de sete títulos —recorde igualado anos mais tarde por Lewis Hamilton.
Exposição de coleção de Schumacher tem Ferraris dos 5 títulos na F1
Rodrigo França
Entre os carros de F1, também merece destaque o modelo da Mercedes, equipe que foi a casa do alemão em seus últimos três anos na F1, de 2010 a 2012. Itens pessoais, como capacetes, macacões e luvas, além de troféus icônicos, como o da vitória de Monza em 2000, quando Schumacher se emocionou ao igualar as 41 vitórias de Ayrton Senna. O choro incontrolável na sala de imprensa é até hoje uma das cenas mais marcantes da carreira do alemão.
A curadoria da exposição foi feita junto com a família de Schumacher. Desde um grave acidente em uma estação de esqui na França, no final de 2013, pouco se sabe do estado de saúde do piloto, mas a “Michael Schumacher Private Collection” ajuda a mostrar o real tamanho das conquistas do alemão na F1. A exposição está instalada em uma área do “Motorworld”, na cidade de Colônia, na Alemanha, e fica aberta todo os dias entre 10h e 20h, com entrada franca.
Michael Schumacher substituiu o piloto Bertrand Gachot, preso por uma briga de trânsito, na Jordan, no GP da Bélgica de 1991
Arquivo/Divulgação
O GP da Bélgica de F1 de 2026 será disputado neste domingo, no circuito de Spa-Francorchamps, com transmissão ao vivo da TV Globo e do sportv3. geRead More