Palpites e dicas para Atlético-MG x Bahia pelo Brasileirão
Atlético-MG x Bahia: informações e palpite para o jogo
No agregado dos mandos, as duas equipes têm uma característica em comum importante: são duas das três equipes com maior influência de finalizações de dentro da área, de onde é menos difícil fazer um gol: o Bahia tem a maior influência, com 63,1% das conclusões feita de perto, e o Atlético-MG, a terceira maior com 60,5% das conclusões de dentro da área.
De dentro da área, o Atlético-MG tem um gol a cada 7,4 tentativas (14ª marca), e o Bahia, a cada 6,8 tentativas (12ª marca). Embora tenham como objetivo fazer o máximo de finalizações de dentro da área, a eficiência está abaixo da média das 20 equipes.
Favoritismos #19 – Atlético-MG x Bahia
Gato Mestre
Quando considerado o mando, a equipe mineira começou a rodada com a oitava campanha caseira (4 V, 3 E, 1 D, 63%), com o décimo ataque (13 gols, média 1,63), mas com a terceira pior defesa caseira (12 gols com média 1,50). Só não fez um gol em casa em oito jogos (13%), sétima marca, e sofreu gol em dois deles (25%), 12ª marca.
Nos pontos corridos, o Atlético-MG é muito dominante quando recebe o Bahia pela Série A do Brasileirão. Foram 12 confrontos com este mando desde 2006, com seis vitórias mineiras, quatro empates e dois triunfos baianos, a última em 2019.
Terá um bom desafio pela frente porque o Bahia chegou para a rodada com a terceira melhor campanha visitante (4 V, 1 E, 3 D, 54%), com o quinto melhor ataque forasteiro (11 gols, média 1,38) e a 12ª defesa (13 gols sofridos, 1,63). Pesam contra o desempenho defensivo a goleada sofrida por 4 a 1 contra o Remo e a derrota por 3 a 2 para o Coritiba. O Bahia só não fez gol em um dos oito jogos fora (13%), quarta melhor marca, e não levou gol em dois (25%), sexta melhor marca.
Embora o Bahia seja o segundo visitante que mais permite finalizações de adversários (17,0 por jogo), consegue impulsionar sua campanha forasteira por ter a sexta maior resistência defensiva, com um gol sofrido a cada 11,3 conclusões contrárias. E é aí que está o primeiro desafio para o Atlético-MG, que tem desempenhos ofensivos apenas medianos entre os mandantes, com potencial para melhora: o Atlético é o 11º em finalizações (14,4) com a 12ª eficiência ofensiva, um gol a cada 9,6 tentativas.
Outro desafio será segurar o ataque baiano, que está com a quinta melhor eficiência ofensiva visitante, um gol a cada 8,5 tentativas, com a nona média de finalizações (11,8 por jogo fora de casa). Principalmente devido à goleada sofrida em casa por 4 a 0 para o Flamengo e o empate em 3 a 3 com o Remo, o Atlético-MG está com a quarta menor resistência defensiva caseira, um gol sofrido a cada 8,5 conclusões contrárias, com a sexta maior média de finalizações sofridas (12,8).
*As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Silva (estagiária), Matheus Guimarães, Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo. geRead More


