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Seleção brasileira de conjunto se prepara visando vaga olímpica no Mundial de Frankfurt

Seleção brasileira de conjunto se prepara visando vaga olímpica no Mundial de Frankfurt

Seleção Brasileira de Conjunto se prepara para o Mundial na Alemanha
A seleção brasileira de conjunto está pronta para fazer história mais uma vez. A equipe comandada por Camila Ferezin viaja neste sábado para a disputa do Mundial de Ginástica Rítmica, em Frankfurt, na Alemanha. O torneio pode dar ao Brasil uma vaga antecipada nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.
Diante dos bons resultados recentes, a comissão técnica optou por repetir repetiu a base que vem conquistando medalhas nas principais competições pelo mundo. O Brasil irá a Frankfurt com a capitã Duda Arakaki, Nicole Pírcio, Sofia Madeira, Maria Paula Caminha, Mariana Gonçalves e Julia Kurunczi.
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Seleção brasileira de ginástica rítmica no conjunto de arcos e bolas da Copa de Milão
Andrea Diodato/NurPhoto via Getty Images
– Em time que está vencendo, não se mexe. Nos últimos dias refinamos ainda mais a execução, as coreografias, deixar as meninas tranquilas e confiantes. O que importa agora é o objetivo principal, que é a vaga antecipada para os Jogos Olímpicos – disse Camila Ferezin.
A seleção de conjunto fará uma primeira pausa em Portugal, para a aclimatação em Sangalhos. De lá, o time parte para Frankfurt, onde chega no dia 9 de agosto. Três dias depois, começam as disputas do Mundial na Alemanha.
O conjunto brasileiro de Ginástica Rítmica vem de resultados bem importantes. O mais recente foi no Mundial da categoria em julho, em Milão, na Itália, com o ouro na disputa do conjunto geral, que soma as performances nas séries simples e mista; e a prata na série cinco de bolas.
No mês anterior, a equipe marcou suas maiores pontuações no ano. No Pan-Americano do Rio de Janeiro, as novas coreografias ao som de “Feeling Good” e “Abracadabra” marcaram 29.250 na simples e 28.900 na mista.
Tudo isso dá ao Brasil um status de favorito. Algo admitido pela equipe, mas visto como positivo.
Duda Arakaki e Camila Ferezin comparam collant atual (esquerda) com o antigo (direita)
Júlio Aguiar
– Temos condições de chegar nesse campeonato e afirmar o que fizemos na Copa do Mundo, ficando entre os três melhores que é nosso maior objetivo. Mas o principal é sairmos satisfeitas. Estamos treinando muito bem, e a meta é cravar as quatro séries em Frankfurt – disse Duda Arakaki, capitã da seleção.
– A gente tenta não pensar muito nisso. Chegamos na competição como qualquer outro conjunto, todo mundo ali está disputando e querendo a mesma coisa. Nós vamos realizar o nosso trabalho, temos que ir lá e mostrar a nossa série – acrescentou Duda.
Um cenário que gera adrenalina nas mais experientes, mas especialmente nas mais novas. É o caso de Maria Paula Caminha, de 17 anos. Mesmo já fazendo parte das conquistas recentes do Brasil, a proximidade de um torneio tão grande traz junto a ansiedade.
– Estamos com esse grupo desde o ano passado. E quanto mais tempo estamos juntas, mais vamos nos entendendo. Na hora, tudo flui melhor. […] O nervosismo sempre está aí, mas a gente treina muito para isso – disse ela.
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Duda Arakaki, Nicole Pircio, Sofia Madeira, Maria Paula Caminha e Mariana Gonçalves
Divulgação/ CBG
O foco é, acima de tudo, confiar no trabalho. Tudo isso para que, no dia 18 de agosto, a seleção retorne ao Brasil com uma vaga olímpica na bagagem.
– A motivação fica ainda maior. Mas temos que saber controlar essa adrenalina, o equilíbrio facilita nessa pressão. Entramos em um Campeonato Mundial como favoritos, e não podemos deixar essa pressão nos abalar. É seguir confiante no nosso trabalho – completou Camila Ferezin. geRead More