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Brey celebra marca centenária com Botafogo-SP e se vê mais ofensivo na atual temporada

Brey celebra marca centenária com Botafogo-SP e se vê mais ofensivo na atual temporada

Com irregularidade, Botafogo-SP segue na luta para se distanciar do Z-4
O lateral-esquerdo Patrick Brey falou sobre a marca de 100 jogos com a camisa do Botafogo-SP, alcançada na semana passada diante do Fortaleza. Ele celebrou o feito, construído através de duas passagens pelo clube, e ressaltou sua ligação com o Pantera e com a cidade ao longo dos últimos anos.
– Eu fico muito feliz e honrado. Eu tenho 307 jogos na carreira, completei 100 pelo Botafogo, é praticamente um terço da minha carreira jogando pelo clube. Fui muito bem recebido, me sinto em casa, minha família ama o clube e a cidade, é um lugar especial pra gente. Independente do tempo que eu fique aqui, sempre terá um lugar no meu coração. É difícil ver atletas hoje completando grande número de jogos por um clube. O futebol brasileiro é muito dinâmico, muda muito, muda treinador, diretoria, o atleta não tem muita estabilidade. Só ver que eu joguei dois anos aqui, saí e pude voltar para completar essa marca – declarou.
Brey recebeu homenagem da direção do Botafogo-SP
Divulgação/Agência Botafogo
Somadas as duas passagens pelo Tricolor — a primeira entre 2023 e 2024 e a atual, iniciada em 2026 —, o jogador de 29 anos acumula sete gols e sete assistências pela equipe de Ribeirão Preto.
Ao comparar o comportamento tático do Botafogo nas duas etapas em que defendeu o clube, Brey apontou uma transformação na postura da equipe dentro de campo sob o comando atual de Cláudio Tencati.
– Hoje o Botafogo tem um estilo muito mais de propor o jogo. Então necessita que os atletas sejam mais ofensivos, a gente fica mais no último terço com mais frequência, isso exige da gente. Na outra passagem, foram dois anos seguidos, acho que nosso time não era tão propositivo. A gente ficava menos com a posse de bola, automaticamente você marca mais e tem mais ações defensivas. Esse era o grande diferencial – explicou o lateral.
Patrick Brey em ação pelo Botafogo-SP na Série B: jogador virou capitão em 202
Carlos Costa/Agência Botafogo/Divulgação
Segundo o jogador, a alteração no modelo coletivo refletiu diretamente nas funções desempenhadas pelos alas e laterais.
— Eu defendia mais do que atacava. Era mais a questão do time todo ser menos propositivo, automaticamente fica com menos posse, ataca menos. Hoje o time é muito mais ofensivo, os atletas se destacam ofensivamente também — completou.
O Bota ocupa a 15ª posição na Série B, com 24 pontos. A equipe tricolor volta a campo neste sábado, às 18h30, quando recebe o América-MG, em Ribeirão Preto (SP), pela 21ª rodada.
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