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Corrêa critica gramado e arbitragem após derrota da Ferroviária para o Ypiranga-RS

Corrêa critica gramado e arbitragem após derrota da Ferroviária para o Ypiranga-RS

Ypiranga recebe a Ferroviária pela Série C
O técnico Rogério Corrêa não poupou criticas ao gramado do Estádio Colosso da Lagoa, em Erechim (RS), e à equipe de arbitragem, chefiada por Emerson Souza Silva (BA), na derrota da Ferroviária por 1 a 0 para o Ypiranga-RS, na penúltima rodada da Série C.
– A gente via o Ypiranga com dois times distintos, jogando em casa e jogando fora. Quando chegamos aqui, presenciamos essa diferença de intensidade. Aqui o jogo é mais lento e fora é mais intenso. O gramado é muito alto, muita lama embaixo e prende muito o jogo. Nosso time, apesar de ser de toque de bola, é de muita velocidade. Sentimos um pouco essa situação e gerou um incômodo, por isso fomos pouco efetivos nas finalizações – disse.
Elenco da Ferroviária em jogo contra o Ypiranga-RS na Série C
Guilherme Morro/Ferroviária SAF
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O time atuou desfalcado de dois titulares, já que Felipe Rodrigues e Albano estavam suspensos, além de Raoni, opção no banco, que também levou o terceiro amarelo no duelo passado.
– Tem o peso de o Albano ser um cara mais agressivo, mas eu creio que os espaços nós conseguimos. Fomos um pouco agressivos, tínhamos espaços na diagonal do campo. Mas o campo atrapalhou bastante, com a grama muito alta e gerou dificuldades na posse.
Lance de Ypiranga-RS x Ferroviária na Série C
Guilherme Moro/Ferroviária SAF
Na visão do treinador, apesar das poucas chances criadas, a Ferroviária tinha controle do jogo até a expulsão do volante Rafael Carrilho aos dez minutos do segundo tempo. Ele dividiu com o adversário no meio de campo com o pé elevado e, no entendimento da arbitragem, o lance foi para expulsão.
– Sem desmerecer o Ypiranga, que buscou seu jogo de força e bola na área, a interferência da arbitragem está pesando em nossos jogos. Tem gerado incômodo. O árbitro tinha o controle do jogo, mas o bandeirinha do banco deles começou a intervir na partida. Ele começou a dar faltas pelo bandeira. A expulsão do Carrilho foi injusta, passou muito longe da cabeça do adversário, foi uma simulação grotesca e o juiz caiu. É sempre contra a gente, está sendo um peso grande e temos que ter uma atenção com isso.
– Tínhamos controle do jogo até a expulsão e, depois dela, ainda tivemos a lesão do Denílson e ficamos com dois a menos no jogo. Ele ficou ali só cumprindo papel porque não tinha mais substituição no momento.
O resultado fez a Ferroviária estacionar nos 27 pontos e cair para a oitava colocação na Série C. O time depende das próprias forças para avançar de fase, desde que vença o já rebaixado e lanterna Confiança em casa, no sábado, às 17h, pela última rodada da primeira fase.
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