Zubeldía analisa empate do Fluminense com o Botafogo no Brasileirão
Após o empate em 1 a 1 com o Botafogo, neste sábado, no Nilton Santos, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, o técnico Luis Zubeldía concedeu entrevista coletiva e analisou a atuação dO Fluminense no clássico.
— Temos que pensar jogo a jogo. A equipe fez muitas coisas boas hoje. Não podemos esquecer que no melhor momento de 2025 e do início de 2026, era difícil jogar de visitantes. E hoje jogamos uma boa partida. Sempre tivemos uma qualidade para controlar a bola no campo rival. Óbvio que havia transições que o rival poderia aproveitar, mas os jogadores foram em busca do gol. Não se deu antes, mas fizemos depois. O nosso domínio qualificou isso.
— Houve jogos em que jogamos mal, outros que jogamos bem e não merecíamos perder. Mas perdemos pontos nos últimos seis ou sete jogos, empatando e não convertendo os gols, e também perdendo. Temos que nos recuperar no Brasileirão. Apesar de ser uma parte difícil na competição.
Zubeldía em Botafogo x Fluminense
Alexandre Durão
O resultado manteve o Fluminense na briga pelas primeiras posições do campeonato, em um clássico marcado pelo equilíbrio. O Botafogo saiu na frente ainda na etapa inicial, com Telles acertando uma linda cobrança de falta. Depois do intervalo, Ignácio marcou de cabeça e empatou o jogo. Na entrevista, Zubeldía comentou a atuação da equipe e as substituições do segundo tempo, que não deram muito certo.
— Me parece que já haviam feito um grande trabalho, como Paulo, que havíamos analisado que estava para sair. E o Serna, consideramos que não podíamos seguir com o mesmo nível. Precisávamos mudar para os últimos 15 ou 10 minutos. Fizemos esforços por 20 ou 25 minutos. Não nos acomodamos bem, é verdade. Mas gradualmente coloquei pessoas do banco que poderiam ter resolvido a partida. Soteldo fez uma partidaça. Mas não conseguimos arrematar a partida e resolver algumas situações que achei que poderíamos resolver.
Ele também justificou a opção por Castillo no ataque até os 40 minutos do segundo tempo. O atacante não fez uma boa partida e foi substituído por Hulk no fim.
— Castillo é uma referência de área, um 9. Se Botafogo encaixa bem a pressão alta, precisava sair pelo alto para o ataque, o que aconteceu nos últimos 10 minutos. Minha ideia era manter Castillo o maior tempo possível por isso. Para disputar uma bola lá na frente dividida. Também para ajudar nas bolas paradas. Era funcional para a equipe, independente se bem ou mal na partida. Com Hulk, poderíamos chegar ao último terço com quatro ou cinco passes.
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