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Aos 17 anos, dublê de Serena Williams em filme estreia na chave principal do US Open

Aos 17 anos, dublê de Serena Williams em filme estreia na chave principal do US Open

Assista ao trailer de ‘King Richard: Criando Campeãs’
De dublê de Serena Williams no filme “King Richard: Criando Campeãs” a nome confirmado na chave principal de um Grand Slam pela primeira vez. Em 2021, aos 12 anos, Thea Frodin intepretou a dona de 23 Majors no longa-metragem que contou a vida das Williams e do pai, Richard. Agora, aos 17, vai disputar pela primeira vez o US Open graças a um convite. Frodin estreia, nesta terça, diante da cazaque Elena Rybakina. Com o início do Aberto dos Estados Unidos, começa a disputa pelo topo do ranking – Rybakina, a belarussa Aryna Sabalenka e as americanas Jessica Pegula e Coco Gauff são as postulantes.
Thea Frodin em ação em torneio juvenil nos Estados Unidos
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Mais distante no ranking, Thea Frodin ocupa a modesta 580ª posição nesta semana. No juvenil, chegou a ser a 11ª do mundo. Ela faz parte do pacote de novatas americanas que receberam convite da organização para disputar o US Open. Mas o protagonismo começou a ser desenhado há cinco anos, quando participou de “King Richard”. Na época com 12 anos, Frodin já era considerada uma promessa e acabava de vencer um torneio regional em diversas categorias. A produção do filme estava atrás de alguma menina com domínio dos golpes de tênis para ser a dublê de corpo da jovem Serena. Pronto: o encontro aconteceu.
– Antes mesmo de ser convidada para o papel, eu já sabia quem ela era. Sou muito fã dela. Sempre fui. Fiquei muito honrada em interpretar alguém em quem me inspiro e a quem admiro – disse a tenista ao site do US Open. – Deve ser incrível ser alguém que causou tanto impacto no nosso esporte. O que a Serena fez por todas nós é algo que nem consigo dimensionar. Sempre sonhei com momentos como este. O fato de estar aqui agora e poder vivenciar isso na vida real ainda é um pouco chocante para mim.
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Thea Frodin lembra como foi atuar na produção, que rendeu Oscar de melhor ator para Will Smith, que fez Richard, o pais das Williams.
– Ajuda o fato de eu já praticar esse esporte a vida toda, então não pareceu algo tão novo. Eu só precisava entrar em quadra e jogar tênis, tentando reproduzir um pouco os golpes dela. Fazer isso com o Will Smith foi muito legal. Ele é uma pessoa muito simpática. Ele até me deu algumas dicas no set e coisas para levar comigo. Depois que terminamos as filmagens, eu já tinha me acostumado um pouco aos golpes dela. Meus treinadores ficaram um pouco frustrados comigo porque eu comecei a bater na bola como ela naturalmente. Eu incorporei o backhand da Serena, a técnica dela, mas tentei ao máximo voltar aos meus próprios golpes.
A promessa americana treina em Nashville e dá os primeiros passos como profissional. Ela é filha de pais sueco e mãe francesa, viveu a primeira infância no Gabão e, além da cidadania americana, tem a da Suécia também. Estreia, nesta terça, diante de uma adversária acostumada a decisões no circuito, a cazaque Rybakina.
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– Estar aqui agora e ter a chance de jogar na chave principal significa tudo. Ela é a número 2 por um motivo, então espero uma batalha. Espero conseguir apresentar meu melhor nível contra ela.
Do sonho de estar numa filme premiado a jogar um Grand Slam pela primeira vez, Thea Frodin ainda espera realizar outra façanha.
– Se eu tiver a chance de bater bola com elas ou apenas conhecê-las, qualquer coisa, eu aproveitarei. Seria incrível – afirmou, sobre encontro com as Williams. geRead More