Presidente do Paysandu celebra superávit e pagamento de quase R$ 4 milhões em dívidas
Veja a íntegra do Esporte no BDP nesta terça-feira, 20 de outubro de 2026
Embora a temporada de três títulos tenha terminado com o gosto amargo de bater na trave no acesso à Série B, o Paysandu fecha o ano com motivos para comemorar fora de campo. Em balanço financeiro apresentado, o presidente Márcio Tuma revelou que o clube terminará o ano “no azul”, com superávit (sem detalhar valores) e a quitação de quase R$ 4 milhões em dívidas acumuladas.
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– Temos esse orgulho de encerrar o ano realmente com um cenário positivo, respeitando as finanças do Paysandu e estruturando. Vejam que, mesmo tendo um superávit, não esquecemos da estrutura, das contratações. Mesmo com recuperação judicial, nós pagamos esse ano R$ 3.615.811,62 (R$ 3,6 milhões), seja antes do deferimento da recuperação judicial, seja em valores de tributos, valores fiscais que não entram na recuperação judicial.
Tuma, presidente do Paysandu
Jorge Luís Totti/Paysandu
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Além do saneamento de débitos, o presidente destacou o fortalecimento das categorias de base. Segundo ele, o clube mantém 45 bolsas de estudo mensais para atletas do sub-15, sub-17 e sub-20, visando tornar o Papão uma referência de formação na região Norte.
– Talvez muitos não saibam que hoje o Paysandu tem 45 bolsas mensais para os atletas sub-15, sub-17 e sub-20, tornando o Paysandu um polo atrativo da base de todo o Norte, de toda a Amazônia, eu diria. Além disso, investimos no staff, em GPS para a base e vamos continuar investindo cada vez mais, porque essa é a única saída.
Os frutos desse investimento já começaram a aparecer no caixa do clube. Cria da Curuzu, o volante Pedro Henrique foi vendido ao Flamengo por R$ 3,04 milhões, a maior transação da história do Paysandu. Segundo Tuma, parte da verba foi destinada à compra de um terreno estratégico ao lado do estádio, viabilizando o projeto da futura “Arena Curuzu”.
– A oportunidade de realizar a maior venda da história do Paysandu, que foi do atleta Pedro Henrique, também nos ajudou muito. Com uma parte desse valor, nós adquirimos um terreno que era sonho de 20 anos de todas as diretorias que passaram. Sonho, porque a gente nunca poderia fazer uma Arena Curuzu, nunca poderíamos ter um estádio fechado se não tivéssemos adquirido o terreno que fica aqui colado no muro do Paysandu, pela travessa do Chaco. Fizemos esse investimento, investimento que amanhã transformaremos ou em um alojamento da base ou num local de completude para se completar a Arena Curuzu. Incorporamos esse patrimônio ao Paysandu por justamente acreditar no clube, por entender que esse clube é gigante e merece ter uma gestão responsável que respeite suas finanças.
Pedro Henrique, volante vendido pelo Paysandu ao Flamengo
Jorge Luis Totti / Paysandu geRead More


