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Técnico da Ponte diz que treinou dois times diante de indefinição e fala sobre saída de Elvis

Técnico da Ponte diz que treinou dois times diante de indefinição e fala sobre saída de Elvis

Depois de três rodadas precisando mesclar remanescentes de 2025 com jovens da base para escalar a Ponte Preta, Marcelo Fernandes pôde contar com seis dos sete reforços para o duelo contra o São Bernardo, na noite desta quarta-feira, no Majestoso.
Com a queda do transfer ban, o técnico ganhou novas opções, mas ainda não foi suficiente para conquistar os primeiros pontos no Paulistão: o time perdeu por 1 a 0 e sofreu a quarta derrota em quatro jogos.
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– Do jeito que estava realmente não tinha condições. Enaltecer o trabalho dessa semana, já estava durando há um tempo. O transfer ban foi finalizado, e os jogadores puderam jogar hoje. Onte fiz dois treinos com duas equipes. Cabe a nós trabalharmos. O placar não veio, mas o time mostrou mais peso em campo. Falei que não vou virar as costas para a Ponte. A gente está dando a vida para tentar tirar a Ponte dessa situação – disse Marcelo em entrevista coletiva após a partida.
Marcelo Fernandes, técnico da Ponte
Júlio César Costa/ PontePress
Segundo o comandante alvinegro, o goleiro Thiago Coelho (único das contratações registradas nesta quarta que não foi titular), os zagueiros Lucas Cunha e David Braz, o volante Tárik, o meia Cristiano e o atacante Hebert foram chamados quando a delegação já estava concentrada para a partida.
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– Fomos para o hotel sem os 23 que foram relacionados. Às 19h30 (de terça), a gente estava jantando, o Ricardo (Koyama, gerente de futebol) e o João (Brigatti, coordenador técnico) disseram que as coisas (do transfer ban) estavam encaminhadas, e resolvemos chamar os seis jogadores.
Marcelo Fernandes também foi questionado sobre a situação de Elvis, que adotou tom de despedida no vestiário após o jogo contra o Capivariano, no último sábado, e não treinou na segunda e na terça, desfalcando a equipe diante do São Bernardo. Até o momento, o jogador ainda não se manifestou em relação à saída da Macaca.
– Elvis falou com a gente lá no vestiário em Capivari e não veio mais trabalhar. A direção que tem que passar se ele vai sair. A informação que tenho é que não veio trabalhar. Ele dispensa comentários. É um ícone da Ponte, identificado, mas tem as suas questões, vontades. Não dá para analisar o lado pessoal de cada um. Pelo jeito ele está desligado, mas oficialmente não posso falar. É uma perda muito grande. Tenho total respeito por tudo que fez pela Ponte e por mim aqui no comando. Só quero coisas boas para ele, desejo toda a sorte. É um excepcional jogador e também uma excepcional pessoal.
Ponte Preta x São Bernardo, Paulistão
Júlio Cesar Costa/ PontePress
Com o novo resultado negativo, a Ponte se afunda ainda mais na lanterna. Além de zerada em pontos, também não fez um gol sequer. Ainda assim, Marcelo Fernandes se recusa a jogar a toalha em relação à luta contra o rebaixamento – faltam quatro rodadas para o fim da primeira fase.
– Não adianta achar culpado ou muleta. O time já mostrou uma postura melhor. Mas jogamos contra uma grande equipe, com elenco para mudar. A Ponte está trocando o pneu com o carro andando. Precisamos de mais reforços. Mas a gente ainda está muito dentro do campeonato, nada acabou. Faltam quatro jogos, e tudo é possível. Não vou jogar a toalha, e ninguém lá dentro está jogando. Acho que o pior já passou, com a queda do transfer ban. A gente vai trabalhar muito para conseguir o objetivo. Vamos até a última gota de sangue e de suor pela Ponte.
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O próximo desafio da Macaca está marcado para sábado, às 17h (de Brasília), contra o Noroeste – concorrente direto, no Majestoso. Depois, a tabela ainda reserva o dérbi diante do Guarani, no Brinco de Ouro, a Portuguesa, também fora de casa, e o São Paulo no Majestoso para fechar a primeira fase.
Estima-se que um time vai precisar de sete a oito pontos para evitar a queda e permanecer na elite estadual. geRead More