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Futuro promissor? Flamengo acumula chances perdidas no ataque, mas vê gols como questão de tempo

Futuro promissor? Flamengo acumula chances perdidas no ataque, mas vê gols como questão de tempo

Jardim cita volume do Flamengo e minimiza chances perdidas
O Flamengo engatou a sexta vitória consecutiva sob o comando de Leonardo Jardim e vive uma ótima sequência. No entanto, um problema ainda persiste: a quantidade de gols perdidos. Para o treinador, é questão de tempo até que as bolas comecem a entrar proporcionalmente às chances criadas.
Desde o início do português em 8 de março, o Fla tem média de 15,25 finalizações por partida (183 no total), sendo 5,5 na direção do gol (66 no total, ou 36%). Foram 24 gols marcados, ou seja, uma média de dois por jogo. Nesse período, o time venceu nove vezes, empatou duas e perdeu uma.
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Nos últimos três jogos, isso ficou ainda mais evidente, com 63 finalizações no total (23 contra o Independiente Medellín, 19 com o Bahia e 21 diante do Vitória), mas 26 delas no alvo. Oito se converteram em gols, quatro na Libertadores, dois no Brasileirão e outros dois na Copa do Brasil.
Jardim prefere observar essa diferença com um olhar positivo. Para ele, o time está cada vez mais perto de traduzir todas as oportunidades em bolas na rede, o que o faz acreditar em um futuro promissor. O ataque, cabe lembrar, é o setor que mais muda desde o começo do ano – dos 19 jogadores utilizados como titulares em três jogos, sete são do setor. Com Pedro consolidado, as pontas talvez sejam o maior ambiente de disputas entre os atletas por vaga.
Pedro comemora | Flamengo x Vitória
André Durão
— Minha experiência no futebol diz que quando criamos um número de situações, como foi o caso desses últimos dois jogos, e não concretizamos tanto, o futuro será promissor porque vai haver um momento em que as bolas vão começar a entrar. Fico preocupado quando não criarmos. Gosto que minhas equipes criem. Porque vai haver um momento que as coisas vão correr bem. Por isso, é importante criar – avaliou Jardim.
— Para uma equipe da dimensão do Flamengo, é importante criar um jogo ofensivo. E um jogo ofensivo é isso. Criamos 20 finalizações contra cinco do adversário. O adversário, em cinco, fez um gol. E, em 20, nós fizemos dois. O aproveitamento do adversário foi muito bom. Mas as coisas acontecem quando você cria. Um jogo ou outro, vamos criar menos números e talvez fazer mais gols – completou.
Apesar do momento de ajustes, o ataque tem sido decisivo. Dos 24 gols, 13 foram feitos por atacantes. Pedro é quem lidera, com sete. Lino e Bruno Henrique têm dois cada, enquanto Carrascal e Luiz Araújo fizeram um. Paquetá, Arrascaeta, Jorginho, Léo Ortiz, Léo Pereira e Evertton Araújo completam essa lista em outras posições.
O Flamengo volta a entrar em campo neste domingo, às 20h30 (de Brasília), contra o Atlético-MG, na Arena MRV. Depois, tem o jogo da terceira rodada da Libertadores contra o Estudiantes, na Argentina, na quarta-feira, dia 29.
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