Gabriel Magalhães diz que quer trazer bola parada do Arsenal para a Seleção: “Tento passar o que fazemos lá”
Gabriel Magalhães foi o atleta escolhido para a coletiva de véspera do duelo com o Haiti, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo. Questionado se a bem-sucedida bola parada do Arsenal pode ser replicada na Seleção para se tornar uma arma tanto defensiva quanto ofensiva, o zagueiro afirmou que tenta passar alguns conceitos para companheiros.
– Eu acho que no clube a gente trabalha muito diariamente, quando a gente chega na Seleção não tem tanto tempo para trabalhar como faz no clube. Com certeza estou tentando ajudar da melhor forma possível para que a gente possa marcar (gols) de bola parada, porque a gente sabe que bola parada muda muito jogo. Marcando de bola parada. Com certeza estou tentando passar para os meus companheiros um pouco do que nós fazemos lá.
Gabriel Magalhães Brasil x Marrocos Seleção
Rafael Ribeiro/CBF
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Magalhães também falou sobre o pênalti perdido na final da Champions League e foi perguntado se a ida imediata para a Seleção após a decisão ajudou a superar o erro crucial. O jogador procurou tirar o lado positivo da temporada do Arsenal, citando a conquista do título inglês.
– Não tenho o que reclamar, fiz uma temporada muito boa com o Arsenal. Conseguimos conquistar um título após 22 anos, fico muito feliz por isso. Sobre a final da Champions, só quem bate pênalti tem as consequências, mas estou feliz de representar meu país. E estou com a cabeça tranquila.
Gabriel Magalhães, em entrevista coletiva pela Seleção
Reprodução/TV Globo
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O zagueiro falou sobre a preocupação com o momento defensivo do Brasil, que foi vazado nas últimas seis partidas da Seleção.
– Não queremos sofrer gols. Se não sofrermos, estamos mais perto da vitória, mas é trabalhar coletivamente. Sabemos o quão importante é não sofrer gols. Com certeza vamos entrar no jogo de amanhã com pensamento positivo e de que vamos defender bem e sair vitoriosos.
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O que Marquinhos disse para você após o pênalti perdido na final da Champions?
– Ali foi um momento de tristeza para mim. A primeira coisa que ele fez não foi comemorar e sim me dar um abraço. O que posso dizer é que ele me deu toda a força. Estou aqui com ele na Seleção há dois ou três anos e aprendo diariamente sempre que estou com ele. Sou muito fã como pessoa e jogador. O meu carinho por ele aumentou ainda mais após a final da Champions.
Qual a diferença de chegar em uma Seleção ainda buscando o próprio ritmo depois de jogar por um time que estava muito organizado, como o Arsenal?
– No clube a gente trabalha diariamente. Quando você chega na Seleção com certeza você esta com os melhores. A gente tenta se adaptar o mais rápido possível e tenta entender o que o mister pede. Com certeza isso leva trabalho e leva tempo.
O que o torcedor pode esperar para a segunda rodada?
– A gente sabe o que tem que fazer dentro de campo. Não fizemos um bom primeiro jogo. O que podem esperar de nós é muita entrega e dedicação em campo. Vamos fazer de tudo para sairmos vitoriosos.
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