Palpites e dicas para Nova Zelândia x Bélgica pela Copa do Mundo
Bélgica 0 x 0 Irã | Melhores momentos | 2ª rodada | Copa do Mundo 2026
Nova Zelândia e Bélgica se enfrentam à meia-noite de sexta-feira para sábado, pela terceira rodada da Copa do Mundo 2026. O Gato Mestre apresenta em parceria com o economista Bruno Imaizumi o potencial de cada resultado.
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Palpite para Nova Zelândia x Bélgica
Grupo G
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Resultado mais provável:
Nova Zelândia 0 x 2 Bélgica
Curiosamente, a Bélgica finalizou mais nas duas primeiras rodadas. Foi a oitava que mais fez isso (35), enquanto a Nova Zelândia fez 21 conclusões (26ª marca). Só que a Nova Zelândia fez três gols em 13 finalizações certas (nona marca), enquanto a Bélgica não fez gol após nove finalizações certas (18ª marca). A Nova Zelândia empatou em 2 a 2 com o Irã e perdeu para o Egito por 3 a 1. A Bélgica empatou em 1 a 1 com o Egito (graças a um gol contra a seu favor) e em 0 a 0 com o Irã. É a força defensiva a vantagem da Bélgica, que só sofreu um gol em dois jogos, com 22 finalizações sofridas (22ª marca), sendo oito certas (também 22ª). A Nova Zelândia sofreu cinco gols em 34 finalizações (sétima pior marca), com 11 finalizações certas. O Egito lidera com quatro pontos, Irã e Bélgica têm dois pontos, e a Nova Zelândia, um. Em tese, todos têm chances de classificação.
Das 35 finalizações da Bélgica, 21 foram criadas em de trocas de passes, 13 a partir de jogadas aéreas e uma em cobrança de falta. A Nova Zelândia sofreu 34 finalizações, sendo 19 em trocas de passes (dois gols) e 15 a partir de bolas altas (três gols, dois em cruzamentos). No ataque, a Nova Zelândia fez 21 finalizações: 11 em passes rasteiros (dois gols), nove usando bolas altas (um gol) e uma em cobrança de falta. A Bélgica permitiu 22 finalizações, 12 após bolas altas e dez após passes rasteiros (um gol).
Evolução do xG na segunda rodada
A Nova Zelândia fez dez finalizações contra o Egito, seis de dentro da área, o que conferia um potencial estatístico para 0,99 gol. Marcou, aquilo que se esperava que fizesse.
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Foram 21 finalizações da Bélgica contra o Irã, nada menos que 18 de dentro da área, um nível de ameaça com potencial estatístico para 2,21 gols, mas os belgas não conseguiram colocar a bola dentro do gol. Pelas características de todas as finalizações feitas na partida, o algoritmo indica que a Bélgica venceria 70% das vezes. Desta vez ficou entre os 18% para acontecer um empate.
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Nova Zelândia 1 x 3 Egito | Melhores momentos | 2ª rodada | Copa do Mundo 2026
Metodologia
A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio.
O modelo empregado nas análises segue uma distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as probabilidades de eventos (no caso, os gols de cada equipe) acontecerem dentro de um certo intervalo de tempo (o jogo). Para chegar às previsões de cada resultado, foi empregado o método de Monte Carlo, que basicamente se baseia em simulações massivas para gerar resultados. O estudo foi desenvolvido a partir de dados de diversas fontes como Globo, FIFA, Opta, Transfermarkt e FBref.
Pontos destacados de algumas seleções consideram o xG, a expectativa de gol, aqui tratado como nível de ameaça imposto aos adversários. As métricas de xG, consagradas internacionalmente na análise do futebol, consideram as características de cada finalização, como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e a linha do gol, entre muitas outras características. De cada cem finalizações da meia-lua, sete acabam virando gol, por exemplo. Assim, uma finalização desse local tem expectativa de 7% de virar gol, registrado como 0,07 xG. Cada finalização tem um potencial consideradas suas características, e o potencial de cada uma é somado para determinar o nível de ameaça imposto pelas equipes em cada partida.
*A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo. geRead More


