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Palpites e dicas para França x Suécia pela Copa do Mundo

Palpites e dicas para França x Suécia pela Copa do Mundo

Noruega 1 x 4 França | Melhores momentos | 3ª rodada | Copa do Mundo 2026
França e Suécia se enfrentam às 18h, pela segunda fase da Copa do Mundo 2026. O Gato Mestre apresenta em parceria com o economista Bruno Imaizumi o potencial de cada resultado.
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Palpite para França x Suécia

Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Resultado mais provável:
França 3 x 0 Suécia
Japão x Suécia – Melhores Momentos
Resultados na 1ª fase
França
França 3 x 1 Senegal
França 3 x 0 Iraque
Noruega 1 x 4 França
Suécia
Suécia 5 x 1 Tunísia
Holanda 5 x 1 Suécia
Japão 1 x 1 Suécia
As chances da Suécia dependem de conseguir bloquear sua defesa, mas a França sofreu menos da metade da quantidade de finalizações contra a Suécia, que permitiu 13 finalizações (24ª marca) em comparação com seis (quinta menor marca) feitas contra os franceses. A França ter sofrido dois gols na primeira fase enquanto a Suécia sofreu sete em três jogos é a dimensão mais importante em relação ao que esperar da partida, principalmente porque os suecos levaram seis gols em trocas de passes rasteiros, ponto forte do ataque francês, que troca passes para fazer assistências de forma equilibrada seja pelo lado direito (12) ou pelo esquerdo (11) do ataque para finalizar, com seis desses passes feitos pela faixa central. Nas três primeiras rodadas, a Suécia sofreu mais finalizações quando os adversários atacaram pela esquerda (direita da defesa sueca), com dez conclusões sofridas assim (dois gols). Curiosamente, foram apenas quatro finalizações sofridas com a assistência saindo do outro lado, direita do ataque adversário, que viraram três gols. Desse lado, direita, a França fez assistências para quatro gols; da esquerda, para dois contando as jogadas rasteiras com assistências.
O ataque sueco também finaliza mais quando coloca a bola no gramado, com 25 das 39 finalizações construídas dessa forma, sendo 23 delas feitas após uma assistência, com nove pela direita (dois gols) e oito pela esquerda (um gol), além de seis pelo centro (dois gols). A França permitiu 21 finalizações na primeira fase, oito a partir de jogadas aéreas e 12 em lances rasteiros (dois gols), estes com dez assistências. Quando os adversários atacaram pela direita, só conseguiram fazer duas finalizações em lances rasteiros e nenhum gol; quando as assistências foram feitas pela esquerda, resultaram em cinco finalizações e um gol. Assistências do centro viraram três finalizações (um gol).
Evolução do xG na segunda rodada
A França fez 18 finalizações contra a Noruega, dez de dentro da área, com potencial estatístico para 1,21 gol e foi extremamente eficiente, com quatro gols marcados.

Bruno Imaizumi/Gato Mestre

Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Metodologia
A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio.
O modelo empregado nas análises segue uma distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as probabilidades de eventos (no caso, os gols de cada equipe) acontecerem dentro de um certo intervalo de tempo (o jogo). Para chegar às previsões de cada resultado, foi empregado o método de Monte Carlo, que basicamente se baseia em simulações massivas para gerar resultados. O estudo foi desenvolvido a partir de dados de diversas fontes como Globo, FIFA, Opta, Transfermarkt e FBref.
Pontos destacados de algumas seleções consideram o xG, a expectativa de gol, aqui tratado como nível de ameaça imposto aos adversários. As métricas de xG, consagradas internacionalmente na análise do futebol, consideram as características de cada finalização, como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e a linha do gol, entre muitas outras características. De cada cem finalizações da meia-lua, sete acabam virando gol, por exemplo. Assim, uma finalização desse local tem expectativa de 7% de virar gol, registrado como 0,07 xG. Cada finalização tem um potencial consideradas suas características, e o potencial de cada uma é somado para determinar o nível de ameaça imposto pelas equipes em cada partida.
*A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo. geRead More