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15 anos do ge Paraíba: jornalistas relembram fatos e grandes coberturas do esporte paraibano

15 anos do ge Paraíba: jornalistas relembram fatos e grandes coberturas do esporte paraibano

Ao longo dos últimos 15 anos o ge Paraíba tem sido responsável por contar histórias do esporte paraibano. Fatos que marcaram contados por uma equipe apaixonada pelo que faz. E para comemorar a data, o ge foi atrás de jornalistas que passaram pela redação e ajudaram a contar essas histórias ao logo desses 15 anos. E mesmo não fazendo parte da equipe atual, guardam no coração o período em que estiveram na Rede Paraíba.
ge Paraíba completa 15 anos nesta quarta-feira (26)
Reprodução
Cadu Vieira
Passei mais de 12 anos no ge Paraíba. O site e o Cadu jornalista esportivo nasceram juntos, no mesmo 26 de agosto de 2011. E foi nessa casa que me percebi crescendo como profissional. E não apenas por ter ido de estagiário a editor, passando pela função de repórter. Cresci mais porque trabalhei ao lado de muita gente boa, trocando experiências e compartilhando aprendizados e ensinamentos. Sinto saudades.
Como reportagens pelas quais tenho mais carinho, cito três. Uma delas foi sobre as atletas do handebol sub-14 do Clube Pinheiros fazendo uma homenagem a uma colega de time que morrera, vítima de um aneurisma, semanas antes de uma competição disputada em João Pessoa.
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Reprodução ge
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Outra foi contando, 35 anos depois, a história da épica vitória do Botafogo-PB sobre o Flamengo de Zico, em pleno Maracanã; para essa, entrevistei grandes ídolos dos dois clubes.
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Reprodução do ge
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Por fim, uma que assinei com meu amigo Pedro Alves, sobre o fim da era Rosilene Gomes, que durou 25 anos no comando do futebol paraibano.
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Reprodução do ge
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Cadu Vieira participou do lançamento do ge Paraíba em 2011. Foi estagiário, repórter e editor do ge Paraíba; atualmente, é concursado da EPC e trabalha como revisor no jornal A União.
Cadu Vieira foi de estagiário a editor do ge Paraíba
Acervo pessoal
Edgley Lemos
Cheguei ao ge Paraíba como estagiário, em 2016, e foi um período de muito aprendizado do jornalismo na prática. Sob a orientação de Expedito Madruga e Phelipe Caldas, participei de diversas coberturas, mas talvez a cobertura mais marcante dessa trajetória tenha sido a da caravana da tocha olímpica por João Pessoa.
O colega Cadu Vieira e eu percorremos vários bairros da cidade, seguindo a caravana da tocha, enquanto registrávamos tudo em tempo real, culminando com a chegada no Busto de Tamandaré e a revelação de que o paraibano responsável por acender a pira em João Pessoa seria o Maestro Júnior. Vida longa ao ge!
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Reprodução do ge
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Edgley Lemos, com Phelipe Caldas e Cadu Vieira e a tocha olímpica da Rio-2016: momentos na redação do ge
Acervo pessoal
Hévilla Wanderley
A matéria que mais marcou a minha vida como jornalista esportiva foi a de uma queda de um torcedor do Auto Esporte no fosso do Almeidão, durante um jogo contra o Sousa, em 9 de março de 2014, quando ele, ao comemorar o gol de empate do próprio time. Ele morreu no dia seguinte. Foi uma tragédia que me marcou profundamente.
Eu estava começando a dar os primeiros passos no ge Paraíba, realizando o sonho de ser jornalista esportiva, então, na hora que tudo aconteceu, eu era apenas uma repórter de campo do online, com uma câmera fotográfica na mão, tentando fazer o meu melhor. Apesar do choque, ao ver a movimentação da torcida, do time e da polícia, eu penas agi meio que por instinto e comecei a registrar o ocorrido.
15 anos do ge PB relembra morte de torcedor do Auto Esporte ao comemorar gol no Almeidão
Reprodução do ge
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Nem sabia exatamente o que estava acontecendo, muito menos a gravidade daquilo. Eu só pensei, na hora, em fotografar e filmar de forma que não expusesse mais o torcedor. Tentei escolher ângulos que valorizassem o resgate, e não o sofrimento dele. Tudo isso, agindo muito rápido, ao mesmo tempo em que eu informava ao repórter da redação o que estava ocorrendo, mas não conseguíamos saber da gravidade.
A adrenalina naquele momento foi tão grande que eu apenas executei. Mas, quando cheguei em casa, e percebi tudo, lembrei de todo o sangue que ficou no fosso, chorei bastante. O pessoal me ligou da redação na manhã seguinte, lembro como hoje da sensação. Era para dizer que o torcedor, Tibério Barreto, de 41 anos, havia morrido. Eu chorei novamente. Quando tive que ir cobrir o velório dele, de um professor, jovem, apaixonado pelo Auto Esporte, senti uma dor tremenda. Eu não o conhecia. Só sabia que gols eram momentos de alegrias, não de tragédias.
Não é a minha matéria favorita. Eu tenho matérias especiais no ge que são melhores, em que eu pensei, levei tempo para produzir e nas quais pude entregar um trabalho de excelência, que exigiu pesquisa, criatividade e o uso de multiplataformas. Um dos exemplos é a reportagem sobre os 40 anos do Almeidão.
15 anos do ge PB lembra reportagem de Hévilla Wanderley sobre os 40 anos do Almeidão
Reprodução do ge
Mas, quando eu paro para pensar, a matéria que mais me marcou, que me deu o bastão de jornalista, foi justamente uma das mais simples na escrita, porque é factual, tem três parágrafos e um sentimento que, até hoje, eu não sei explicar, só sei que tem um gosto amargo.
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Hévilla Wanderley foi repórter do ge Paraíba entre 2014 e 2018 e atualmente é doutoura em Ciência Política, trabalhando na área
Hévilla Wanderley (centro), ao lado de Expedito Madruga, Cadu Vieira, Amauri Aquino e Rammon Monte em cobertura pelo ge Paraíba
Acervo pessoal
Lucas Barros
O ge Paraíba foi um divisor de águas na minha vida e na minha trajetória profissional. Foi trabalhando diariamente com o esporte que aprendi grande parte do que sei sobre jornalismo: a apurar, ouvir, contar histórias e, principalmente, entender a responsabilidade de transformar uma boa história em uma boa reportagem.
Sou muito grato pelas oportunidades que tive e por tudo que pude viver dentro do ge. Tenho orgulho de ter feito grandes reportagens, conhecido personagens incríveis e contado histórias que, de alguma forma, também marcaram a minha trajetória.
15 anos do ge PB relembra anúncio da aposentadoria de Emanuel
Reprodução do ge
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Entre tantas reportagens, uma das que mais me marcou foi a cobertura das finais do vôlei de praia nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016. Tive a oportunidade de trabalhar para o ge diretamente da arena montada na Praia de Copacabana e acompanhar de perto um dia que entrou para a história do esporte brasileiro, com as conquistas das medalhas de ouro e de prata pelo Brasil. Viver aquele momento como jornalista, dentro de uma Olimpíada e em um cenário tão simbólico, foi inesquecível.
O ge faz parte da minha história, e ter passado por lá foi, sem dúvida, uma das experiências mais importantes da minha carreira.
Lucas Barros foi repórter do ge entre 2011 e 2020 e atualmente é CEO de uma assessoria de imprensa esportiva trabalhando com atletas e eventos
Lucas Barros cobriu as Olimpíadas do Rio pelo ge
Acervo pessoal
Matheus Aquino
Quando penso no ge Paraíba, a primeira palavra que me vem à cabeça é gratidão. Passei mais de quatro anos por lá e vivi uma trajetória que dificilmente vou esquecer: entrei como estagiário, me tornei repórter e depois editor. Foi onde entendi, na prática, o que é fazer jornalismo: apurar direito, ouvir todos os lados, desconfiar da informação fácil e respeitar o leitor.
E foi justamente esse ambiente que me proporcionou alguns dos momentos mais marcantes da minha carreira. Se tivesse que escolher um trabalho, ficaria com a reportagem “Capital x interior: veja quem leva a melhor nos estaduais no século 21”. Ela exigiu tempo, pesquisa, organização e muita checagem para transformar uma grande quantidade de dados em uma história interessante.
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Reprodução ge
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Também guardo com carinho o dia em que publiquei, em primeira mão, o acerto do meia Otávio com o Al-Nassr. Ver uma informação apurada por mim ganhar repercussão no Brasil e no exterior foi uma sensação única.
15 anos do ge PB relembra contratação de Otávio pelo Al-Nassr
Reprodução do ge
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Tenho muito orgulho de ter feito parte dessa história. Aprendi sobre jornalismo, sobre esporte e, principalmente, sobre responsabilidade. Conheci pessoas que fizeram diferença na minha caminhada e vivi experiências que vou levar para sempre. Fazer parte desses 15 anos, ainda que por um capítulo da história, é um privilégio do qual vou me lembrar, para sempre, com muito apreço.
Matheus Aquino integrou a equipe do ge Paraíba entre 2022 e 2026. Atualmente, é apresentador de Entretenimento na Rede Paraíba, onde comanda o programa Do Campo à Mesa.
Matheus Aquino em uma das transmissões do ge na Paraíba
Arquivo/Rede Paraíba
Pedro Alves
Fazer parte do ge Paraíba e ajudar a construir a sua história foi, sem dúvidas, uma das trajetórias mais importantes da minha carreira, que em 2026 chega aos 15 anos, assim como o ge. Foi lá que produzi os meus principais produtos jornalísticos. Reportagens com profundidade, análises, e coberturas históricas. Tudo eu consegui viver no ge.
Para além de atuar para uma marca tão importante para o esporte brasileiro, fazer parte do ge foi para mim também um grande encontro com bons colegas jornalistas e com grandes amigos. Alguns desses que viviam e vivem essa loucura que é amar o futebol da nossa terra, que tem tantos problemas e belezas ao mesmo tempo. O ge e seu povo, com quem dividi tantos afetos e ideias, são lembranças lindas da minha vida pessoal e da minha estrada profissional.
Um trabalho que sempre foi em equipe, o que me fazia muito feliz porque sempre gostei de ser parte de um time. Aos 15 anos, segue sendo uma referência importante de jornalismo esportivo comprometido com o esporte paraibano, com o oxigênio de uma turma nova e talentosa. Vida longa ao ge Paraíba.
São muitas as lembranças de produtos jornalísticos que gostei bastante de produzir. Mas gostaria de citar dois. Um que tem a ver muito comigo e com o interesse do ge por dar espaço à reflexão, ao debate, à visão crítica sobre o nosso mundo, nosso universo de cobertura. Então eu gostei muito de uma matéria que fiz analisando como os nossos clubes mais populares, Botafogo-PB, Treze e Campinense, eram paradoxalmente extremamente pouco democráticos e imensamente fechados para seus torcedores. Então fiz uma reportagem longa sobre essa realidade, a partir dos seus estatutos e da dificuldade prática de o torcedor ambicionar fazer parte de suas estruturas de poder até como associado. Além de ler diversas páginas de documentos, me passei por torcedor dos três clubes para demonstrar como era praticamente impossível se tornar sócio com vez e voz dentro dessas agremiações de uma maneira simples. Havia mil dificuldades e pouca vontade de chamar o torcedor para essa vida institucional.
15 anos do ge PB relembra matéria de Pedro Alves sobre a política de sócios-torcedores nos principais clubes do estado
Reprodução do ge
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Já o outro caso tem a ver com o jornalismo como parte da história. Então vivi alguns momentos históricos com o ge. Um deles foi a cobertura da primeira eleição na Federação Paraibana de Futebol desde 1989, que foi em 2014, após o afastamento da ex-presidente da FPF, Rosilene Gomes, por decisão judicial. Ela estava no poder há décadas e durante esse período não houve eleição, porque o colégio eleitoral era extremamente controlado e o próprio sistema trabalhava, e ainda trabalha, para que não haja disputas eleitorais nas federações. Então aquela eleição, vencida por Amadeu Rodrigues, apoiado por Rosilene, foi um marco histórico no futebol paraibano e o ge fez uma cobertura fantástica daquele momento. E eu estava lá reportando justamente esse episódio histórico do nosso futebol.
15 anos do ge PB: posse de Amadeu Rodrigues na FPF-PB
Reprodução do ge
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Pedro Alves foi repórter do ge entre 2014 e 2015, e depois entre 2018 e 2025. Atualmente é concursado da EPC e trabalha com repórter no jornal A União e comentarista da Rádio Tabajara.
Pedro Alves esteve no ge Paraíba em dois momentos ao longo desses 15 anos
Divulgação / Rede Paraíba
Raniery Soares
Eu realizei o sonho que era meu, mas também de boa parte dos jornalistas esportivos do Brasil, que é trabalhar no ge. Interessante que, quando eu trabalhava na comunicação esportiva da minha cidade (Patos-PB), eu ligava para dirigentes de grandes clubes da Paraíba e me apresentava como repórter do Globo Esporte. Era um misto de sonho com o sentimento que esse título me traria credibilidade para obter a informação que eu queria.
Tenho duas reportagens marcantes na minha passagem pelo ge Paraíba: a despedida de Marcelinho Paraíba dos gramados pela Perilima e um furo jornalístico que repercutiu de forma absurda, sobre a CBF decidir triplicar premiação da Seleção Feminina na Copa do Mundo da França em 2019.
15 anos do ge PB relembra aposentadoria de Marcelinho Paraíba
Reprodução do ge
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15 anos do ge Paraíba relembra reportagem sobre futebol feminino do Brasil
Reprodução do ge
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Raniery Soares durante a sua passagem pelo ge Paraíba
Rede Paraíba de Comunicação
Raniery Soares foi repórter do ge entre 2019 e 2022 e atualmente é concursado da EPC, onde é narrador da Rádio Tabajara
Renata Vasconcellos
Trabalhar no globoesporte.com/pb foi, sem dúvida, o melhor momento da minha carreira no jornalismo. Eu tinha aquele sonho de criança de ser jornalista esportiva e, de repente, estava vivendo exatamente isso: trabalhando no Globo Esporte, acompanhando o esporte da Paraíba e fazendo parte de uma das primeiras equipes do portal no estado. Foi uma realização enorme para mim.
Entrei para fazer parte da primeira equipe do portal, e fiquei até 2015. Essa foi também minha última experiência no jornalismo. Saí de lá para morar e estudar no Canadá (onde vivo até hoje) e, desde então, acabei mudando completamente de área. Hoje trabalho há mais de oito anos com Tecnologia da Informação. Mas tudo o que vivi no jornalismo continua muito presente em mim. A experiência me formou não só como profissional, mas como pessoa, e até hoje percebo o quanto aquele período me ajuda, principalmente na comunicação.
Falo com muito orgulho daquela época. Foi um período em que fiz amigos que levo comigo até hoje, mesmo com a vida tendo nos levado para diferentes lugares do mundo. De vez em quando, o acaso ajuda e estamos todos no Brasil ao mesmo tempo, e conseguimos nos reencontrar. Phelipe Caldas, que também era editor do GE naquela época, é um desses amigos por quem tenho um carinho muito especial. Expedito Madruga, que era o outro editor e continua no portal até hoje, foi igualmente muito importante para mim. Os dois me ensinaram muito sobre jornalismo, mas também fizeram meus dias na redação muito mais engraçados e leves, mesmo nos perrengues.
Larissa Keren foi minha primeira colega mulher na redação e acabou se tornando uma grande amiga pessoal, por quem tenho muita admiração. Quando Hevilla Wanderley chegou para somar à equipe, nós três rapidamente viramos as “Meninas Superpoderosas” do GE, uma parceria que deixou aquela fase ainda mais especial. Tenho um orgulho enorme de ter tido uma equipe com tantas mulheres, em um meio que é ocupado por tantos homens. Na sequência, vieram Cadu Vieira, Rammon Monte e Lucas Barros, além de tantas outras pessoas que fizeram parte daquela época que guardo com muito carinho.
E, falando em matérias, existe uma que até hoje é impossível esquecer: a reportagem sobre a sunga do jogador Hulk. Na época, ele estava na Seleção Brasileira e havia muita conversa sobre o tamanho avantajado do seu bumbum. Em uma ocasião, a sua ex-mulher, Iran Ângelo, me mostrou o tamanho da sunga que ele usava, e me lembro de achar que, de fato, era enorme. A história acabou virando uma matéria que fez muito sucesso, ficou entre as mais visualizadas do portal na época e chegou até a ganhar destaque nacionalmente. Lembro de ter recebido ligações de jornalistas portugueses querendo fazer parceria na escrita.
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Reprodução ge
É uma daquelas histórias que resumem um pouco o que era trabalhar com jornalismo esportivo: informação, oportunidade, criatividade e, muitas vezes, uma boa dose de humor. Até hoje, quando conto que trabalhei no ge Paraíba, essa é uma das histórias que sempre acaba aparecendo.
Olhar para trás e lembrar daquele período me dá uma sensação muito boa. Foi a realização de um sonho de infância, uma experiência que marcou minha vida e que, mesmo tendo seguido por outro caminho profissional, continua sendo uma parte da minha história da qual tenho muito orgulho.
Renata Vasconcellos foi repórter do ge entre 2011 e 2015 e atualmente mora no Canadá, onde trabalha com Tecnologia da Informação.
Renata Vasconcellos, Larissa Keren e Hévila Wanderley estiveram juntas no ge Paraíba
Acervo pessoal
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