Afastamento de Textor da SAF do Botafogo será reanalisado nesta quarta; entenda cenário
John Textor, mesmo fora do comando da SAF do Botafogo, é um nome que nunca deixa de ser destaque no clube. O americano foi afastado na última quinta-feira pelo Tribunal Arbitral da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em uma decisão contestada pela SAF. Nos bastidores, o empresário se esforça para não perder ainda mais espaço, e alguns cenários são debatidos.
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O afastamento de John Textor será novamente analisado nesta quarta, quando haverá manifestação das partes envolvidas no Tribunal Arbitral da FGV. Será uma nova rodada para a apresentação de documentos como provas ao processo. Não há, no momento, previsão de uma nova decisão do Tribunal, podendo acontecer de forma imediata ou nos próximos dias.
John Textor, do Botafogo
Vitor Silva/BFR
Com a decisão judicial publicada nesta terça-feira que tirou os direitos de voto da Eagle Bidco na SAF do Botafogo, quem decide o futuro do Botafogo é o clube social, agora a única parte com poder de voto. Durcesio Mello, diretor geral interino, está alinhado com John Textor e convocará, em dez dias, uma assembleia para definir o futuro do cargo.
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Mesmo afastado, Textor ainda está no dia a dia do clube. Ele viajou para Brasília no último fim de semana, no empate em 2 a 2 com o Internacional e é ativo nos bastidores do Botafogo. Pessoas envolvidas na política do clube projetam que ele fará de tudo para continuar com participação e influência.
Textor tem conversas com o clube social e busca abrir espaço para a entrada do empréstimo de GDA Luma e Hutton Capital, que seria convertido em ações da SAF para as empresas.
A SAF acredita que estaria em uma situação muito mais complicada se não fosse o empréstimo feito em fevereiro por GDA Luma e Hutton Capital. Na época, as empresas emprestaram US$ 25 milhões ao Botafogo para liquidar o transfer ban na Fifa pela dívida com o Atlanta United na transferência de Thiago Almada.
Durcesio Mello, John Textor e João Paulo Magalhães Lins
Reprodução
Textor havia convocado uma Assembleia Geral Extraordinária para aprovação de um aporte de US$ 25 milhões (cerca de R$ 125 milhões na cotação atual) que completariam o empréstimo anterior. O clube social não compareceu a assembleia, que deveria ser realizada no dia 22 de abril.
Neste empréstimo, há uma cláusula que prevê a conversão da dívida com os novos investidores em participação societária na SAF. No entanto, para que isso ocorra, o presidente do clube associativo, João Paulo Magalhães, precisava assinar um documento autorizando esse movimento, o que não foi feito.
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