Presidente do Zumbi comenta parceria com pai de Endrick mesmo após a Copa São Paulo
A parceria do Zumbi com Douglas Ramos, pai de Endrick, atacante do Real Madrid que está emprestado ao Lyon, não acabou com o fim da Copa São Paulo de 2025, quando o clube alagoano foi uma das sensações da Copinha ao eliminar o Flamengo.
Dirigente do Zumbi explica parceria com pai de Endrick e problema das chuteiras na vitória contra o Fla
Presidente do clube alagoano, Djair Lucena disse ao ge como é o trabalho com o parceiro famoso.
— O Douglas (Ramos) é um amigo pessoal, a gente construiu uma parceria desde a primeira Copinha, em 2023, a empresa dele é responsável pela gestão da carreira do atacante João Victor, que foi para o Flamengo e, de lá, se transferiu para o União de Leiria, de Portugal.
Djair Lucena (centro) comenta parceria do Zumbi com pai do atacante Endrick
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Além de João Victor, Lucena destaca que outros garotos que atuaram pelo clube da Zona da Mata ganharam projeção e saíram de Alagoas.
— Depois da negociação do João Victor, fizemos outras negociações como o Cauã, que está na Geórgia, o Ruan que foi para o Botafogo, o Jean para o Grêmio. Tiveram também o Êndrio que foi para o Paulista, o Samuel no Anápolis, o Pinha, destaque e artilheiro da Copa Alagoas, que foi para o Grêmio Anápolis, um garoto que está no Crac, disputando a Série D, …
João Victor é natural de Flexeiras, foi revelado pelo Zumbi e joga em Portugal
Arquivo pessoal
Sobre o trabalho com categorias de base, Djair assegurou que o objetivo não é somente revelar futuros jogadores. Tem o compromisso social como parte principal do planejamento.
— A gente vê que é um trabalho bem complexo. A nossa visão é diferente do que a maioria tem, a ideia é a formação do ser humano, do cidadão para sair da situação de vulnerabilidade social. Não é só jogar bola, mas ensiná-los a como se comportar dentro e fora de campo, focar nos estudos e, caso aconteça de dar certo no futebol, tendo em vista que menos de 1% dos garotos conseguem viver do futebol, ajudar aos familiares.
Segundo o presidente do Zumbi, a tarefa não é fácil e precisa de uma rede de apoio.
— O trabalho não é nada fácil porque tudo o que é falado não é incluído de forma gratuita. É preciso todo um suporte que apoie e incentive o esporte. Não é apenas entrar em campo e correr atrás de uma bola. Se não houver uma rede de apoio com atividades multidisciplinares, um suporte financeiro, o projeto acaba com as perspectivas.
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