Boaro analisa empate da Ponte: “Fizemos o melhor dentro das possibilidades”
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O técnico interino da Ponte Preta, Edson Boaro, analisou o empate sem gols contra o Botafogo-SP, no Moisés Lucarelli, no encerramento da 11ª rodada da Série B.
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O comandante pontepretano ressaltou a dedicação dos atletas diante do cenário conturbado dentro e fora das quatro linhas, principalmente após a expulsão de Diego Tavares no primeiro tempo.
Ponte Preta x Botafogo-SP; Edson Boaro
Marcos Ribolli
– Essa parte do mental é muito importante. A gente conversou bastante durante os treinamentos sobre fazer a nossa parte, e os jogadores compraram essa ideia. Eles foram fantásticos, me acolheram muito bem desde o primeiro treino e trabalharam muito forte. A gente não esperava ficar com um a menos no primeiro tempo, mas conseguimos nos adaptar durante a partida e sustentamos o jogo.
– Os jogadores entenderam o propósito, ainda vamos evoluir e teremos dias melhores pela frente. Nós fizemos o melhor possível dentro das possibilidades que tínhamos hoje. Estamos trabalhando muito essa questão mental para fortalecer os jogadores nessa luta.
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Boaro também reclamou sobre a arbitragem de Edina Alves Batista. O auxiliar da Macaca reclamou de um pênalti não marcado em Daniel Baianinho aos 45 minutos do segundo tempo – um eventual gol tiraria a equipe da zona de rebaixamento.
– Sobre o pênalti (em cima do Baianinho), foi muito claro. O que me deixa assustado é que ela nem foi ao VAR. Ela pode ir lá, ver o lance e decidir que não foi pênalti. Mas por que não ir? O VAR veio para que o prejuízo no futebol fosse menor, mas a gente continua com muitas injustiças. É preciso melhorar a qualidade de quem comanda o VAR porque isso não pode acontecer. O que mais me deixou indignado foi que o VAR não chamou. Ela deveria ao menos olhar o lance mais uma vez e não fez. Isso eu não aceito.
Ponte e Botafogo se enfrentaram no Majestoso
Luiz Fernando Cosenzo
Escolhido para substituir Rodrigo Santana, demitido na semana passada, Edson Boaro despistou sobre o futuro. Ele segue no comando da equipe até a diretoria avaliar um novo treinador para a sequência da Série B.
– Não conversei sobre permanência com a diretoria. Eu fui chamado para uma emergência neste jogo. Eu não pensei no meu futuro em nenhum momento. Meu foco foi 100% voltado para o jogo contra o Botafogo, mas agora isso está nas mãos da diretoria. Eu acho que fizemos uma boa apresentação diante das circunstâncias. O Botafogo é um time muito bem preparado, que também não merece estar brigando na parte de baixo, e ainda conseguimos criar algumas chances superando a dificuldade.
– Sobre o futuro, é difícil responder. Eu tenho muito prazer de trabalhar na Ponte como treinador. Eu cheguei aqui com 15 anos como atleta, saí com 24 e voltei ao clube que me formou para a vida. Foi graças à Ponte que joguei em grandes clubes, disputei uma Copa com a Seleção e formei minha carreira. Então, estou aqui para ajudar. É preciso avaliar o planejamento, a aceitação e todo o cenário que envolveria uma sequência. Vamos ver o que a diretoria pensa. Não é algo que está me preocupando. O que a diretoria resolver, a gente vai acatar. Eu quero o que é melhor para a Ponte – completou.
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A Macaca volta aos gramados no dia 9, uma terça-feira, diante do Cuiabá, novamente em Campinas. A equipe é a vice-lanterna, com oito pontos, e não vence há cinco jogos (quatro derrotas e um empate neste período). A diferença para o primeiro time fora do Z-4 – o próprio Botafogo – é de dois pontos. geRead More


