Cerveja mais brasileira do país escala seu time; conheça
A sede do brasileiro pede por Itaipava
Divulgação
Quem acompanha futebol sabe que título não se conquista com um jogador só. É a soma de peças certas, no lugar certo, sob o comando de quem entende o jogo. Com cerveja não é diferente. A Itaipava, que acaba de escalar Ronaldinho Gaúcho como embaixador da campanha Brasil até no copo, entende bem como isso funciona. Por trás de cada lata e garrafa geladíssima, há um elenco de ingredientes selecionados a dedo, reunidos por uma receita feita para o gosto e o clima brasileiros. Vale conhecer quem entra em campo nessa escalação.
O camisa 9 que decide o jogo
Para começar, quem faz o gol: o lúpulo alemão Herkules. Não é por acaso que o nome remete ao semideus grego da força bruta. Essa variedade é conhecida na cervejaria por entregar um amargor limpo. Em campo, seria aquele centroavante que não tem frescura: chega e resolve.
É ele quem assina o aroma e o sabor característicos da Itaipava, deixando no copo uma presença marcante, mas sem pesar no paladar.
O volante que dá equilíbrio
Todo grande time precisa de alguém que sustente o jogo sem chamar atenção para si. Na Itaipava, esse papel é da água nobre. Produzida originalmente em Petrópolis, nas montanhas do Rio de Janeiro, a cerveja carrega no DNA a pureza das serras cariocas. Hoje, com fábricas espalhadas pelo Brasil, esse padrão é mantido por um rigoroso processo de purificação: a tecnologia garantindo que cada gole seja refrescante. É aquele jogador que contribui para que todo o time funcione melhor.
O meia que organiza a partida
Se a água sustenta, o malte organiza. É ele quem define o corpo, a cor e boa parte do sabor da cerveja, trabalhando nos bastidores, mas com tudo passando por ele. A Itaipava usa malte importado de cevada, cujo processo de maltagem é responsável direto pela leveza característica de cada gole. A receita exata é segredo industrial, mas o que se sabe é que um malte bem escolhido pode ser a diferença entre uma cerveja pesada e uma que convida a mais um gole.
O técnico que transforma potência em jogo bonito
Ingredientes internacionais de excelência são ponto de partida, não de chegada. E aqui mora o paradoxo bonito da receita: um lúpulo com nome de semideus, um malte com segredo guardado a sete chaves, uma água com DNA de montanha… e o resultado é uma cerveja incrivelmente leve. Essa é a arte do técnico: pegar força bruta e transformar em jogo bonito.
O mestre-cervejeiro brasileiro de Itaipava conhece o clima, o paladar e os momentos do consumidor daqui. A receita brasileira da cerveja foi desenvolvida para ser refrescante e fácil de beber do primeiro ao último gole. Não é uma cerveja europeia adaptada ao Brasil. É uma cerveja pensada do zero para celebrar o jeito brasileiro de viver: para o churrasco de domingo, para a praia, para o happy hour, enfim, para todos os rolês (até mesmo os aleatórios do R10).
Do campo para o copo
Se Ronaldinho Gaúcho representa o Brasil no pé, Itaipava é Brasil no copo. O camisa 10 absorveu o melhor do futebol e devolveu ao mundo um estilo que só o Brasil sabe fazer. A Itaipava, com seus 30 anos de história, segue a mesma lógica: do malte importado à água nobre, tudo se mistura perfeitamente para entregar uma cerveja que é leve, refrescante e, acima de tudo, brasileira.
Pilsen, Premium, Zero ou Malzbier: da latinha ao litrão, cada versão carrega o orgulho da legítima receita brasileira de Itaipava. Assista ao filme “Pra quem é Brasil até no copo” aqui.
Conteúdo +18. Nunca assedie. Beba com sabedoria. geRead More


