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Mercedes explica por que desistiu de recorrer da punição de Russell em Mônaco

Mercedes explica por que desistiu de recorrer da punição de Russell em Mônaco

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A Mercedes se posicionou oficialmente, na manhã desta sexta-feira, sobre a decisão de desistir do pedido de revisão solicitado à Federação Internacional de Automobilismo (FIA). A equipe havia recorrido da punição imposta a George Russell no GP de Mônaco, realizado há duas semanas, mas recuou depois da entidade ter aceitado a ação protocolada pela equipe alemã.
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George Russell no GP de Mônaco da F1 2026
Gongora/NurPhoto via Getty Images
Em nota oficial publicada nas redes, a Mercedes explicou que fez uso de seu direito de protesto para lidar com o impacto da punição imposta a Russell na prova – o inglês recebeu 5s por exceder os limites de pista nos boxes, mas não pagou a penalidade e teve que cumprir um drive through na corrida, tendo que passar novamente pelo pit lane.
A FIA chegou a confirmar que se reuniria com a Mercedes neste sábado (21), mas diante do que considerou uma “clara disposição” em dialogar sobre as circunstâncias do GP em Monte Carlo, por parte da entidade, a equipe alemã decidiu desistir do pedido.
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“Podemos confirmar que retiramos nosso pedido de Direito de Revisão relacionado às penalidades recebidas e cumpridas por George Russell durante o Grande Prêmio de Mônaco.
Após a decisão de revogar a punição em tempo aplicada a Pierre Gasly, era importante para nós explorar todas as opções disponíveis para lidar com o impacto da penalidade por excesso de velocidade no pit lane de George sobre seu resultado na corrida.
Tivemos uma janela de tempo limitada para apresentar o pedido de Direito de Revisão durante o fim de semana de corrida em Barcelona, e o fizemos para preservar nossa posição a esse respeito.
As discussões colaborativas realizadas posteriormente com a FIA e a Fórmula 1 demonstraram a determinação de ambas as partes em analisar as circunstâncias únicas surgidas no Grande Prêmio de Mônaco e em abordar de forma proativa os fatores que as causaram.
Diante dessa clara disposição, concluímos que dar continuidade ao nosso pedido de Direito de Revisão não beneficiaria nem a nossa equipe nem o esporte. Por isso, retiramos formalmente a solicitação”.
Entenda o caso
A queixa da Mercedes se deu após a decisão da FIA de tirar a punição de dez segundos aplicada a Pierre Gasly, da Alpine. Com isso, o francês conseguiu retomar a terceira colocação na prova de Monte Carlo e ficar com uma das vagas no pódio.
Gasly e outros pilotos foram punidos por excesso de velocidade nos boxes durante a corrida. No entanto, a Alpine entrou com pedido de revisão das penalidades dadas ao francês logo após a prova, e a Formula One Management (FOM) revelou que o sistema de medição de velocidade apresentava imprecisões. Após análise, a FIA decidiu acatar o pedido da escuderia francesa.
Frustrado, Pierre Gasly concede entrevistas no GP de Mônaco da F1 2026
Jayce Illman/Getty Images
Russell foi um dos pilotos a receber punição de tempo. Graças ao drive throught, ele caiu de terceiro para o 12º lugar e acabou fora da zona de pontuação. O chefe de equipe Toto Wolff já tinha adiantado anteriormente que as chances de conseguir um resultado positivo no apelo eram baixas.
– Nós escrevemos para a FIA para ter um pedido de revisão também. Para ser sincero, não sei se esse é um desfecho realista, porque você pode abrir uma caixa de pandora – disse à “Sky Sports” na ocasião.
Embora a equipe alemã tenha desistido da ação, McLaren e Red Bull seguem com interesse no caso e pretendem levá-lo para a Corte Internacional de Apelação (ICA) da FIA. geRead More