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Palpites e dicas para Escócia x Marrocos pela Copa do Mundo

Palpites e dicas para Escócia x Marrocos pela Copa do Mundo

Brasil 1 x 1 Marrocos | Melhores momentos | 1ª rodada | Copa do Mundo FIFA 2026
Escócia e Marrocos se enfrentam nesta sexta-feira, às 19h, pela segunda rodada da Copa do Mundo 2026. O Gato Mestre apresenta em parceria com o economista Bruno Imaizumi o potencial de cada resultado.
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Palpite para Escócia x Marrocos
Grupo C

Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Placar mais provável: Escócia 0 x 1 Marrocos
Das 48 seleções da Copa, a Escócia foi a sétima que percorreu a maior distância na primeira rodada (117,6 km), segundo dados da Fifa que informam a movimentação de cada atleta. Precisou de seis finalizações até conseguir seu gol contra o Haiti, logo após a parada para hidratação do primeiro tempo. Nos outros três quartos de jogo, só fez mais três finalizações. Basicamente se defendeu no segundo tempo todo. Para evitar o jogo aéreo escocês, Marrocos precisará tirar espaços do lateral esquerdo Robertson, que levantou a bola em três das cinco finalizações escocesas após bolas altas. Foram quatro finalizações em trocas de passes rasteiros, inclusive a do gol. Destaque para a dupla de meias McGinn e Gannon-Doak, que participaram de absolutamente todas as nove jogadas finalizadas pela Escócia contra o Haiti.
Como referência, Marrocos, que deu um calor na seleção brasileira, correu menos que a Escócia (114,9 km), sendo a 14ª seleção no ranking de distância percorrida na primeira rodada. É de se esperar por muita movimentação em campo. Contra o Brasil, o jogo marroquino foi basicamente rasteiro: conseguiu 13 finalizações, e 12 delas foram construídas em trocas de passes rasteiros. A Escócia permitiu 15 finalizações ao Haiti, nove delas em jogadas rasteiras. Deve ser assim que Marrocos buscará o gol.
Haiti 0 x 1 Escócia | Melhores momentos | 1ª rodada | Copa do Mundo FIFA 2026
A evolução do xG na primeira rodada
A Escócia pressionou até chegar ao primeiro gol. Depois, sua produção ofensiva ficou praticamente parada. Correu muito, mas para garantir o resultado.
Evolução do xG em Haiti x Escócia
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Quando o Marrocos mais evoluía no ataque, com 11 finalizações, sofreu o gol do Brasil e passou a se defender. No segundo tempo, a equipe marroquina só fez duas finalizações, já nos acréscimos.
Evolução do xG em Brasil x Marrocos
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Escócia volta a vencer um jogo em Copas do Mundo após 36 anos
Metodologia
A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio.
O modelo empregado nas análises segue uma distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as probabilidades de eventos (no caso, os gols de cada equipe) acontecerem dentro de um certo intervalo de tempo (o jogo). Para chegar às previsões de cada resultado, foi empregado o método de Monte Carlo, que basicamente se baseia em simulações massivas para gerar resultados. O estudo foi desenvolvido a partir de dados de diversas fontes como Globo, FIFA, Opta, Transfermarkt e FBref.
Pontos destacados de algumas seleções consideram o xG, a expectativa de gol, aqui tratado como nível de ameaça imposto aos adversários. As métricas de xG, consagradas internacionalmente na análise do futebol, consideram as características de cada finalização, como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e a linha do gol, entre muitas outras características. De cada cem finalizações da meia-lua, sete acabam virando gol, por exemplo. Assim, uma finalização desse local tem expectativa de 7% de virar gol, registrado como 0,07 xG. Cada finalização tem um potencial consideradas suas características, e o potencial de cada uma é somado para determinar o nível de ameaça imposto pelas equipes em cada partida.
*A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo. geRead More