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Palpites e dicas para Suíça x Bósnia pela Copa do Mundo

Palpites e dicas para Suíça x Bósnia pela Copa do Mundo

Suíça domina, mas Catar arranca empate nos acréscimos
Suíça e Bósnia se enfrentam pela segunda rodada da Copa do Mundo 2026. O Gato Mestre apresenta em parceria com o economista Bruno Imaizumi o potencial de cada resultado.
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Torcida da Bósnia e Herzegovina a caminho do Estádio de Toronto (Vídeo: Reprodução)
Palpite para Suíça x Bósnia
Grupo B

Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Todos os jogos deste grupo acabaram empatados na primeira rodada. Os cartões amarelos e vermelhos são critério de desempate, assim como o ranking da Fifa. Se enfrentam na quinta-feira (18/06), às 16h. Na estreia contra o Catar (1 a 1), a Suíça conseguiu 25 finalizações, e o volume ofensivo contou com forte influência de Embolo, que participou diretamente de nove finalizações, com quatro arremates e cinco assistências para companheiros. Acabou marcando o gol em cobrança de pênalti. A Bósnia precisará ainda anular Ndoye, que fez seis finalizações na estreia. A Suíça aposta no jogo rasteiro, com 15 das 25 conclusões construídas assim. Na primeira rodada, Bósnia permitiu 13 finalizações ao Canadá, sete rasteiras e seis aéreas. No ataque, os bósnios não conseguiram fazer qualquer finalização em trocas de passes rasteiros contra o Canadá: foram sete finalizações, todas a partir de jogadas aéreas: duas faltas levantadas na área, um cruzamento, um lateral, um lançamento e dois escanteios (um deles resultando em gol). Das sete finalizações sofridas pela Suíça contra o Catar, quatro tiveram origem aérea, inclusive o gol sofrido, em um cruzamento..
A evolução do xG na primeira rodada

Bruno Imaizumi/Gato Mestre

Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Canadá 1 x 1 Bósnia | Melhores momentos | Copa do Mundo 2026
Metodologia
A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio.
O modelo empregado nas análises segue uma distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as probabilidades de eventos (no caso, os gols de cada equipe) acontecerem dentro de um certo intervalo de tempo (o jogo). Para chegar às previsões de cada resultado, foi empregado o método de Monte Carlo, que basicamente se baseia em simulações massivas para gerar resultados. O estudo foi desenvolvido a partir de dados de diversas fontes como Globo, FIFA, Opta, Transfermarkt e FBref.
Pontos destacados de algumas seleções consideram o xG, a expectativa de gol, aqui tratado como nível de ameaça imposto aos adversários. As métricas de xG, consagradas internacionalmente na análise do futebol, consideram as características de cada finalização, como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e a linha do gol, entre muitas outras características. De cada cem finalizações da meia-lua, sete acabam virando gol, por exemplo. Assim, uma finalização desse local tem expectativa de 7% de virar gol, registrado como 0,07 xG. Cada finalização tem um potencial consideradas suas características, e o potencial de cada uma é somado para determinar o nível de ameaça imposto pelas equipes em cada partida.
*A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo. geRead More