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Palpites e dicas para Estados Unidos x Bósnia pela Copa do Mundo

Palpites e dicas para Estados Unidos x Bósnia pela Copa do Mundo

Turquia 3 x 2 Estados Unidos | Melhores momentos | 3ª rodada | Copa do Mundo 2026
Estados Unidos enfrentam Bósnia e Herzegovina às 21h, pela segunda fase da Copa do Mundo 2026. O Gato Mestre apresenta em parceria com o economista Bruno Imaizumi o potencial de cada resultado.
Palpite para Estados Unidos x Bósnia

Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Resultado mais provável:
Estados Unidos 1 x 0 Bósnia
Bósnia 3 X 1 Catar | Melhores momentos | 3ª rodada | Copa do Mundo 2026
Resultados na 1ª fase
Estados Unidos
Estados Unidos 4 x 1 Paraguai
Estados Unidos 2 x 0 Austrália
Turquia 3 x 2 Estados Unidos
Bósnia
Canadá 1 x 1 Bósnia
Suíça 4 x 1 Bósnia
Bósnia 3 x 1 Catar
Os Estados Unidos baseiam sua campanha em uma defesa bem estruturada, a quarta que menos permitiu finalizações de adversários (20) e quinta com menos conclusões certas sofridas (seis), que resultaram em quatro gols (25ª marca). A Bósnia terá essa parede para escalar depois de ter feito na primeira fase 26 finalizações (35ª marca entre 48 seleções), 11 certas (26ª) e quatro gols (22ª). Acertou 42% de suas finalizações (15ª marca). Uma má notícia inicial para a Bósnia é que a defesa dos Estados Unidos cedem muito poucos escanteios: foram dois contra a Turquia, quatro contra a Austrália e um contra o Paraguai. Foi a sétima equipe que menos cedeu escanteios. Isso tem um peso estratégico para a Bósnia, que já fez gol assim contra o Canadá e contra a Suíça, em duas cobranças aéreas. A ver se conseguirá explorar a jogada novamente nesta segunda fase. Contra o Catar fez dois gols em trocas de passes rasteiras (o outro gol a seu favor foi contra).
No ataque, os Estados Unidos fizeram 42 finalizações (14ª marca), com 16 certas (17ª) e seis gols (12ª). Até aqui, tem sido mais efetivo ofensivamente com a troca de passes rasteiros. Das 42 finalizações feitas, 24 foram criadas em jogadas rasteiras, com quatro gols e mais sete finalizações certas, defendidas. Foi exatamente assim que a Bósnia sofreu o maior número de finalizações (21) e gols (quatro). Os adversários conseguiram finalizar mais contra a Bósnia em jogadas rasteiras quando a assistência foi feita da esquerda (12 finalizações e dois gols) do que da direita (seis e um gol); assistências da faixa central viraram três finalizações e um gol. Os Estados Unidos finalizaram mais em lances rasteiros fazendo a assistência pela direita (13 com dois gols) do que pela esquerda (sete finalizações e dois gols).
Evolução do xG na segunda rodada
Foram 18 finalizações dos Estados Unidos contra a Turquia, 15 delas de dentro da área, conclusões com características para um potencial estatístico de 1,25 gol. Foram até mais eficientes do que o esperado e fizeram dois gols, mas os turcos foram mais.

Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Foram 15 finalizações da Bósnia contra o Catar, cinco delas de dentro da área, com potencial estatístico para 0,63 gol. Os bósnios foram muito mais eficientes do que o esperado das características de suas conclusões e fizeram três gols.

Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Metodologia
A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio.
O modelo empregado nas análises segue uma distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as probabilidades de eventos (no caso, os gols de cada equipe) acontecerem dentro de um certo intervalo de tempo (o jogo). Para chegar às previsões de cada resultado, foi empregado o método de Monte Carlo, que basicamente se baseia em simulações massivas para gerar resultados. O estudo foi desenvolvido a partir de dados de diversas fontes como Globo, FIFA, Opta, Transfermarkt e FBref.
Pontos destacados de algumas seleções consideram o xG, a expectativa de gol, aqui tratado como nível de ameaça imposto aos adversários. As métricas de xG, consagradas internacionalmente na análise do futebol, consideram as características de cada finalização, como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e a linha do gol, entre muitas outras características. De cada cem finalizações da meia-lua, sete acabam virando gol, por exemplo. Assim, uma finalização desse local tem expectativa de 7% de virar gol, registrado como 0,07 xG. Cada finalização tem um potencial consideradas suas características, e o potencial de cada uma é somado para determinar o nível de ameaça imposto pelas equipes em cada partida.
*A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo. geRead More