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Palpites e dicas para Inglaterra x RD Congo pela Copa do Mundo

Palpites e dicas para Inglaterra x RD Congo pela Copa do Mundo

Panamá 0 x 2 Inglaterra | Melhores momentos | 3ª rodada | Copa do Mundo 2026
Inglaterra e República Democrática do Congo se enfrentam às 13h, pela segunda fase da Copa do Mundo 2026. O Gato Mestre apresenta em parceria com o economista Bruno Imaizumi o potencial de cada resultado.
Palpite para Inglaterra x RD Congo
*Devido aos arredondamentos, a soma das probabilidades é diferente de 100%
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Resultado mais provável:
Inglaterra 2 x 0 RD Congo
RD Congo 3 x 1 Uzbequistão | Melhores Momentos | Copa do Mundo 2026
Resultados na 1ª fase
Inglaterra
Inglaterra 4 x 2 Croácia
Inglaterra 0 x 0 Gana
Panamá 0 x 2 Inglaterra
RD Congo
Portugal 1 x 1 RD Congo
Colômbia 1 x 0 RD Congo
RD Congo 3 x 1 Uzbequistão
A Inglaterra foi a seleção que mais finalizações certas fez na primeira fase (23), sendo a quarta com mais conclusões (55). Fez seis gols (sexta marca). RD Congo sofreu 30 finalizações (19ª marca), dez certas (décima marca) e sofreu três gols (18ª). Contra a Croácia, a Inglaterra finalizou basicamente explorando escanteios aéreos: fez um gol assim e um em lançamento aéreo; contra Gana, apostou na troca de passes rasteiros no primeiro tempo, mas no segundo tempo, finalizou mais a partir de bolas aéreas, em cruzamentos e escanteios e fez um gol de cada uma dessas jogadas de bola alta. Não será surpresa se contra RD Congo levantar muito a bola. Portugal fez sete finalizações contra os congoleses, três aéreas, e foi após um cruzamento alto que fez seu gol; Colômbia fez 20 finalizações, sendo 11 rasteiras, com seu gol feito assim. Uzbequistão só conseguiu fazer três finalizações e fez seu gol após um lançamento aéreo.
No ataque, RD Congo conseguiu 33 finalizações (26ª marca), mas apenas sete certas (39ª) para conseguir quatro gols (22ª). A equipe atacou principalmente trocando passes rasteiros, com 19 finalizações e dois gol assim frente a 12 conclusões a partir de jogadas aéreas e um gol (cruzamento). Seu outro gol foi de pênalti. A Inglaterra foi a sexta equipe que menos permitiu finalizações a adversários (22) e a sétima que menos sofreu finalizações certas (sete). Sofreu dois gols, apenas, oitava melhor marca. Quem atacou a Inglaterra trocando passes, nada conseguiu: foram dez conclusões assim, apenas três certas e nenhuma defesa considerada difícil; usando bolas altas, finalizaram 11 vezes contra a Inglaterra, e a Croácia fez dois gols assim, em lançamentos aéreos longos, que foi o tipo de jogada que mais ameaçou a defesa inglesa na primeira fase, exigindo uma outra defesa. Apesar de essas bolas longas da defesa, do meio-campo ou da intermediária serem as que mais ameaçaram, os ingleses ainda não sofreram qualquer finalização em contra-ataque. É quando a jogada parece “morta” que os ingleses são surpreendidos.
Evolução do xG na segunda rodada
Foram 17 finalizações da Inglaterra contra o Panamá, sendo 12 delas de dentro da área, com potencial estatístico para 1,38 gol. A Inglaterra foi eficiente e conseguiu marcar dois gols.

Bruno Imaizumi/Gato Mestre
RD Congo fez 18 finalizações contra Uzbequistão, 11 de dentro da área, inclusive um pênalti, com as conclusões tendo características para potencial estatístico de 2,28 gol. Os congoleses foram eficientes e conseguiram marcar três gols.
Evolução do xG RD Congo x Uzbequistão
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Metodologia
A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio.
O modelo empregado nas análises segue uma distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as probabilidades de eventos (no caso, os gols de cada equipe) acontecerem dentro de um certo intervalo de tempo (o jogo). Para chegar às previsões de cada resultado, foi empregado o método de Monte Carlo, que basicamente se baseia em simulações massivas para gerar resultados. O estudo foi desenvolvido a partir de dados de diversas fontes como Globo, FIFA, Opta, Transfermarkt e FBref.
Pontos destacados de algumas seleções consideram o xG, a expectativa de gol, aqui tratado como nível de ameaça imposto aos adversários. As métricas de xG, consagradas internacionalmente na análise do futebol, consideram as características de cada finalização, como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e a linha do gol, entre muitas outras características. De cada cem finalizações da meia-lua, sete acabam virando gol, por exemplo. Assim, uma finalização desse local tem expectativa de 7% de virar gol, registrado como 0,07 xG. Cada finalização tem um potencial consideradas suas características, e o potencial de cada uma é somado para determinar o nível de ameaça imposto pelas equipes em cada partida.
*A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo. geRead More