Lívea Pereira disputa etapa do Mundial de paraescalada na Coreia do Sul
Apresentador do Tribuna Esporte, Val Tomazini participa de escalada
A escaladora Lívea Rodrigues, de Praia Grande, disputa nesta semana uma etapa do World Climbing Para Series 2026, circuito internacional de paraescalada esportiva, em Gunsan, na Coreia do Sul. A fase classificatória será realizada na noite desta quarta-feira (28), e as finais estão previstas para sexta-feira (30), a partir das 3h (de Brasília).
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Além de Lívea, o Brasil terá outros três representantes na etapa: Marina Dias, na classe RP3; Eduardo Miguel Schaus, na AU2; e Leonardo Vilha de Oliveira Sofka, na AU3.
Após a etapa em Gunsan, a delegação brasileira segue para Fukuoka, no Japão, onde disputará a rodada de encerramento da temporada nos dias 4 e 5 de novembro.
Lívea durante a disputa do Campeonato Brasileiro de Paraescalada
Aline Machado/CBEscalada
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Trajetória na paraescalada
Lívea possui uma doença degenerativa na retina, que compromete a visão. Ela iniciou a trajetória esportiva na corrida de rua, passou pelo paratletismo e, após conquistar títulos nacionais e enfrentar lesões, migrou para a paraescalada em 2025.
Em pouco mais de um ano na modalidade, a atleta de Praia Grande conquistou dois títulos brasileiros, foi convocada para a Seleção Brasileira e se tornou a primeira mulher sul-americana a competir na classe B2 do circuito mundial.
Lívea iniciou a trajetória esportiva na corrida de rua, passou pelo paratletismo e migrou para a paraescalada em 2025.
Reprodução/Redes sociais
O circuito e as classes funcionais
Organizado pela federação internacional World Climbing, o circuito reúne competidores com deficiências físicas ou visuais na modalidade Lead (escalada guiada).
Nas categorias para atletas com deficiência visual, um guia permanece na base da parede de escalada utilizando um microfone ou megafone para ditar as instruções de direção em tempo real.
As disputas do torneio são divididas segundo as seguintes classes funcionais:
RP1 a RP3: atletas com limitações de força, alcance ou coordenação motora;
B1 a B3: atletas com deficiência visual, da cegueira total à visão parcial;
AU2 e AU3: atletas com deficiência ou amputação nos membros superiores;
AL1 e AL2: atletas com deficiência ou amputação nos membros inferiores, incluindo competidores que escalam sentados.
Lívea seguindo as instruções da guia Thais Makino
Reprodução/Redes sociais geRead More


