Palpites e dicas para África do Sul x Coreia do Sul pela Copa do Mundo
México 1 x 0 Coreia do Sul | Melhores momentos | 2ª rodada | Copa do Mundo FIFA 2026
África do Sul e Coreia do Sul se enfrentam às 22h, pela segunda rodada da Copa do Mundo 2026. O Gato Mestre apresenta em parceria com o economista Bruno Imaizumi o potencial de cada resultado.
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Palpite para África do Sul x Coreia do Sul
Grupo A
ÁFRICA DO SUL X COREIA DO SUL
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Placar mais provável:
África do Sul 0 x 1 Coreia do Sul
O confronto direto vale uma vaga na segunda fase: os sul-africanos perderam para o México (2 a 0) e empataram com os tchecos (1 a 1). Têm um ponto e chegam a quatro se vencerem. Os sul-coreanos derrotaram os tchecos (2 a 1) e perderam para os mexicanos (1 a 0). Têm três pontos, mas o México tem seis e já se garantiu como primeiro do grupo. Se a Coreia do Sul perder, aguarda para descobrir se conseguirá uma das oito vagas como terceiro colocado. Até aqui, a seleção da África do Sul fez 19 finalizações, uma de pênalti (seu único gol), nove a partir de jogadas aéreas e nove em trocas de passes rasteiros. A Coreia do Sul sofreu 12 finalizações e é mais vulnerável pelo alto: permitiu assim nove finalizações (e sofreu dois gols) e apenas três conclusões rasteiras.
Os dois gols da Coreia do Sul foram marcados em dez finalizações a partir de jogadas aéreas, e as 13 conclusões construídas em trocas de passes rasteiros não deram frutos, embora das quatro que acertaram, duas tenham exigido defesas difíceis. A África do Sul sofreu 29 finalizações: três em cobranças de falta, 14 em trocas de passes rasteiros (um gol sofrido) e 12 a partir de jogadas aéreas (dois gols).
Evolução do xG na segunda rodada
Para uma equipe que só conseguiu fazer três finalizações contra o México, a África do Sul avançou muito na segunda rodada, com 16 finalizações contra a República Tcheca, mas apenas cinco delas de dentro da área, contando o pênalti, que valeu o empate para a equipe. Potencial estatístico de 1,22 gol e um gol marcado.
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
A Coreia do Sul teve muitas dificuldades contra o México e até os 40 minutos do segundo tempo, só tinha conseguido quatro finalizações, todas em jogadas rasteiras. Então, foi para o tudo ou nada em busca do empate e fez quatro finalizações em bolas levantadas sobre a área. Foram oito finalizações, cinco de dentro da área, potencial estatístico para 1,07 gol, mas faltou eficiência. No máximo, exigiu uma defesa difícil.
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
República Tcheca 1 x 1 África do Sul | Melhores momentos | 2ª rodada da Copa do Mundo 2026
Metodologia
A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio.
O modelo empregado nas análises segue uma distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as probabilidades de eventos (no caso, os gols de cada equipe) acontecerem dentro de um certo intervalo de tempo (o jogo). Para chegar às previsões de cada resultado, foi empregado o método de Monte Carlo, que basicamente se baseia em simulações massivas para gerar resultados. O estudo foi desenvolvido a partir de dados de diversas fontes como Globo, FIFA, Opta, Transfermarkt e FBref.
Pontos destacados de algumas seleções consideram o xG, a expectativa de gol, aqui tratado como nível de ameaça imposto aos adversários. As métricas de xG, consagradas internacionalmente na análise do futebol, consideram as características de cada finalização, como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e a linha do gol, entre muitas outras características. De cada cem finalizações da meia-lua, sete acabam virando gol, por exemplo. Assim, uma finalização desse local tem expectativa de 7% de virar gol, registrado como 0,07 xG. Cada finalização tem um potencial consideradas suas características, e o potencial de cada uma é somado para determinar o nível de ameaça imposto pelas equipes em cada partida.
*A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo. geRead More


