Walace se junta a Gabigol e Dudu em lista de alto custo para o Cruzeiro
Marcelo Moreno demonstra carinho pelo Cruzeiro
O Cruzeiro conseguiu encaminhar um destino para Walace, afastado desde abril. O volante teve problemas internos, não recuperou espaço no elenco e está a caminho do Vitória. Ele é mais um exemplo de jogador contratado com alta expectativa, mas que não correspondeu em campo. Com a saída, a folha salarial da Raposa terá alívio, embora o clube ainda siga responsável por parte dos vencimentos do atleta.
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Walace é mais um jogador que vai defender outro clube enquanto o Cruzeiro segue arcando com parte dos custos. No caso do volante, a Raposa ficará responsável por metade do salário, enquanto o Vitória pagará a outra parte. O empréstimo é válido até o fim do ano.
Walace Cruzeiro
Gustavo Aleixo/Cruzeiro
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Gabigol é outro atleta que continua custando ao clube. O atacante está emprestado ao Santos até o fim da temporada. No time mineiro, ele tinha um salário superior a R$ 2,5 milhões mensais, somando luvas e premiações. Por causa do alto valor, ficou acordado que cada clube arcaria com 50% dos custos.
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Gabigol era um desejo antigo de Pedro Lourenço, dono do Cruzeiro. Ele foi contratado no início de janeiro de 2025 e anunciado com festa no Mineirão. Sob o comando de Fernando Diniz, Gabriel era titular absoluto, mas perdeu espaço com Leonardo Jardim. Na Raposa, disputou 49 jogos, marcou 13 gols e deu quatro assistências.
A perda da cobrança de pênalti na semifinal da Copa do Brasil foi o estopim para os protestos da torcida, que chegaram a pichar o muro da Toca 1 pedindo a saída do jogador.
Gabigol perde o pênalti que colocaria o Cruzeiro na final
Também contratado em 2025, Dudu foi outro grande nome do futebol brasileiro que não rendeu o esperado em campo e teve custo alto fora dele. O atacante fez 17 jogos com a camisa do Cruzeiro e marcou dois gols. Após uma saída conturbada do Palmeiras, chegou à Raposa com a expectativa de atuar em alto nível.
Com Fernando Diniz, era titular, mas também perdeu espaço com Leonardo Jardim. O estopim para a saída foram críticas públicas do jogador ao treinador, que o deixava na reserva. Com a rescisão antecipada, o Cruzeiro pagou, durante 2025, os salários que ele receberia até o fim do contrato, valor equivalente a R$ 15 milhões, enquanto ele atuava pelo Atlético-MG.
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