Palpites e dicas para Colômbia x RD Congo pela Copa do Mundo
Uzbequistão 1 x 3 Colômbia | Melhores momentos | 1ª rodada | Copa do Mundo FIFA 2026
Colômbia e RD Congo se enfrentam nesta terça-feira, às 23h, pela segunda rodada da Copa do Mundo 2026. O Gato Mestre apresenta em parceria com o economista Bruno Imaizumi o potencial de cada resultado.
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Palpite para Colômbia x RD Congo
Grupo K
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Placar mais provável:
Colômbia 2 x 0 RD Congo
A Colômbia vai precisar de muitos cuidados para não ser surpreendida porque a RD do Congo ficou na 14ª colocação no ranking de distâncias percorridas em velocidades acima de 20 km/h, com seus atletas percorrendo 8,3 km nessas velocidades contra Portugal enquanto a Colômbia ficou na 42ª colocação entre as 48 seleções classificadas, percorrendo 6,2 km nessa faixa de velocidade na vitória por 3 a1 sobre o Uzbequistão. Foram 472 corridas da RD Congo e 369 da Colômbia, que deve ser mais exigida do que isso desta vez.
Das 14 finalizações colombianas, nove foram contruídas em trocas de passes rasteiros, uma resultando em gol. As cinco tiveram origem bolas aéreas, que resultaram em dois gols. O gol sofrido pela RD Congo na primeira finalização teve origem aérea: foiram três assim e quatro em trocas de passes rasteiros. No ataque, RD Congo insistiu principalmente em passes rasteiros, fazendo cinco finalizações assim, duas em contra-ataques. Mas o gol foi marcado com uma bola alta, em um cruzamento da direita. A Colômbia sofreu o gol do Uzbequistão exatamente em um cruzamento, mas do outro lado. Foram duas finalizações após bolas altas e quatro em trocas de passes rasteiros.
Evolução do xG na primeira rodada
Colômbia foi mais eficiente do que o esperado na primeira rodada, conseguindo três gols em 14 finalizações, nove delas de dentro da área, com potencial estatístico para 1,49 gol.
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
Foram oito finalizações da RD Congo contra Portugal, duas delas de dentro da área. A equipe construiu um nível de ameaça com potencial estatístico para 0,55 gol. Conseguiu fazer um e buscou o empate.
Bruno Imaizumi/Gato Mestre
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Metodologia
A projeção parte de uma combinação de parâmetros de ataque e defesa que o modelo usa para estimar, jogo a jogo, as probabilidades de cada resultado ocorrer e, consequentemente, as chances de cada seleção avançar no torneio.
O modelo empregado nas análises segue uma distribuição estatística chamada Poisson Bivariada, que calcula as probabilidades de eventos (no caso, os gols de cada equipe) acontecerem dentro de um certo intervalo de tempo (o jogo). Para chegar às previsões de cada resultado, foi empregado o método de Monte Carlo, que basicamente se baseia em simulações massivas para gerar resultados. O estudo foi desenvolvido a partir de dados de diversas fontes como Globo, FIFA, Opta, Transfermarkt e FBref.
Pontos destacados de algumas seleções consideram o xG, a expectativa de gol, aqui tratado como nível de ameaça imposto aos adversários. As métricas de xG, consagradas internacionalmente na análise do futebol, consideram as características de cada finalização, como distância, ângulo e número de adversários entre a bola e a linha do gol, entre muitas outras características. De cada cem finalizações da meia-lua, sete acabam virando gol, por exemplo. Assim, uma finalização desse local tem expectativa de 7% de virar gol, registrado como 0,07 xG. Cada finalização tem um potencial consideradas suas características, e o potencial de cada uma é somado para determinar o nível de ameaça imposto pelas equipes em cada partida.
*A equipe do Gato Mestre é formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo. geRead More


